sexta-feira, 31 de outubro de 2014

"AS 28 DOUTRINAS DA IGREJA ADVENTISTA DO 7º DIA"



1. As Escrituras Sagradas
As Escrituras Sagradas, o Antigo e o Novo Testamentos, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. (II Pedro 1:20 e 21; II Tim. 3:16 e 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5 e 6; Isa. 8:20; João 10:35; 17:17; I Tess. 2:13; Heb. 4:12).

2. A Trindade
Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo, e sempre presente. (Deut. 6:4; 29:29; Mat. 28:19; II Cor. 13:13; Efés. 4:4-6; I Pedro 1:2; I Tim. 1:17; Apoc. 14:6 e 7).

3. Deus Pai
Deus, O Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-Se, e grande em constante amor e fidelidade. (Gên. 1:1; Apoc. 4:11; I Cor. 15:28; João 3:16; I João 4:8; I Tim. 1:17: Êxo. 34:6 e 7; João 14:9).

4. Deus Filho
Deus, o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Jesus sofreu e morreu na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez para o livramento final de Seu povo e a restauração de todas as coisas. (João 1:1-3 e 14; 5:22; Col. 1:15-19; João 10:30; 14:9; Rom. 5:18; 6:23; II Cor. 5:17-21; Lucas 1:35; Filip. 2:5-11; I Cor. 15:3 e 4; Heb. 2:9-18; 4:15; 7:25; 8:1 e 2; 9:28; João 14:1-3; I Ped. 2:21; Apoc. 22:20). Ver vídeo (Realvideo 3 minutos).
 
5. Deus Espírito Santo
Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis, são renovados e transformados por Ele, à imagem de Deus. Concede dons espirituais à Igreja. (Gên. 1:1 e 2; Lucas 1:35; II Pedro 1:21; Lucas 4:18; Atos 10:38; II Cor. 3:18; Efés. 4:11 e 12; Atos 1:8; João 14:16-18 e 26; 15:26 e 27; 16:7-13; Rom. 1:1-4).


6. Deus é o Criador
Deus é o Criador de todas as coisas e revelou nas Escrituras o relato autêntico de Sua atividade criadora. “Em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra” e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. (Gên. 1;2; Êxo. 20:8-11; Sal. 19:1-6; 33:6 e 9; 104; Heb. 11:3; João 1:1-3; Col. 1:16 e 17).
7. A Natureza do Homem
O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade e com o poder e a liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e alma, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilham dessa natureza caída e de suas conseqüências. (Gên. 1:26-28; 2:7; Sal. 8:4-8; Atos 17:24-28; Gên. 3; Sal. 51:5; Rom. 5:12-17; II Cor. 5:19 e 20).

8. O Grande Conflito
Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua Lei e Sua soberania sobre o Universo. Esse conflito originou-se no Céu, quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria, tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo. Observado por toda a Criação, este mundo tornou-se o palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor. (Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12-14; Ezeq. 28:12-18; Gên. 3; Gên. 6-8; II Pedro 3:6; Rom. 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Heb. 1:4-14; I Cor. 4:9).

9. Vida, Morte e Ressurreição de Cristo
Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam essa expiação, pela fé, possam ter vida eterna, e toda a Criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. (João 3:16; Isa. 53; II Cor. 5:14, 15 e 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filip. 2:6-11; I João 2:2; 4:10; Col. 2:15).

10. A Experiência da Salvação
Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo Se tornasse pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo reconhecemos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação, advém do poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos justificados. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza da salvação agora e no Juízo. (Sal. 27:1; Isa. 12:2; Jonas 2:9; João 3:16; II Cor. 5:17-21; Gál. 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Rom. 3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; I Cor. 2:5; 15:3 e 4; I João 1:9; 2:1 e 2; Efés. 2:5-10; 3:16-19; Gál. 3:26; João 3:3-8; Mat. 18:3; I Pedro 1:23; 2:21; Heb. 8:7-12). 

11. Crescimento em Cristo
Por sua morte na cruz, Jesus triunfou sobre as forças do mal. Ele, que subjugou os espíritos demoníacos durante Seu ministério terrestre, quebrantou o poder deles e garantiu Sua condenação final. A vitória de Jesus nos dá a vitória sobre as forças do mal que ainda buscam controlar-nos, enquanto caminhamos com Cristo em paz, gozo e na segurança de Seu amor. Agora, o Espírito Santo mora em nosso interior e nos dá poder. Continuamente consagrados a Jesus como nosso Salvador e Senhor, somos libertos do fardo de nossas ações passadas. Não mais vivemos nas trevas, sob o temor dos poderes do mal, da ignorância e a insensatez de nossa antiga maneira de viver. Nesta nova liberdade em Jesus, somos chamados a crescer à semelhança de Seu caráter, mantendo uma comunhão diária com Ele por meio da oração, alimentando-nos de Sua Palavra, meditando nela e na providência divina, cantando em Seu louvor, reunindo-nos para adorá-Lo e participando na missão da Igreja. Ao entregar-nos ao Seu amorável serviço por aqueles que nos rodeiam e ao testemunharmos de sua salvação, a presença constante do Senhor em nós, por meio do Espírito, transforma cada momento e cada tarefa em uma experiência espiritual. (Salm. 1:1,2; 23:4; 77:11,12; Col. 1:13, 14; 2:6, 14,15; Luc. 10:17-20; Efés. 5:19, 20; 6:12-18; I Tess. 5:23; II Pedro 2:9; 3:18; II Cor. 3:17,18; Filip. 3:7-14; I Tess. 5:16-18; Mat. 20:25-28; João 20:21; Gál. 5:22-25; Rom. 8:38,39; I João 4:4; Heb. 10:25.

12. A Igreja
A Igreja é a comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Unimo-nos para prestar culto, para comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para o serviço a toda a humanidade e para a proclamação mundial do Evangelho. A Igreja é a Família de Deus. A Igreja é o corpo de Cristo. (Gên. 12:3; Atos 7:38; Mat. 21:43; 16:13-20; João 20:21 e 22; Atos 1:8; Rom. 8:15-17; I Cor. 12:13-27; Efés. 1:15 e 23; 2:12; 3:8-11 e 15; 4:11-15).

13. O Remanescente e sua Missão
A Igreja universal compõe-se de todos os que verdadeiramente crê em em Cristo; mas, nos últimos dias, um remanescente tem sido chamado para fora, a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento. (Mar. 16:15; Mat. 28:18-20; 24:14; II Cor. 5:10; Apoc. 12:17; 14:6-12; 18:1-4; Efés. 5:22-27; Apoc. 21:1-14).

14. Unidade no Corpo de Cristo
A Igreja é um corpo com muitos membros, chamados de toda nação, tribo, língua e povo. Todos somos iguais em Cristo. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas Escrituras, partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para todos. Essa unidade encontra sua fonte na unidade do Deus trino, que nos adotou como Seus filhos. (Sal. 133:1; I Cor. 12:12-14; Atos 17:26 e 27; II Cor. 5:16 e 17; Gál. 3:27-29; Col. 3:10-15; Efés. 4:1-6; João 17:20-23; Tiago 2:2-9; I João 5:1).

15. O Batismo
Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e na ressurreição de Jesus Cristo e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida, sendo aceitos como membros por Sua Igreja. É por imersão na água e segue-se à instrução nas Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos. (Mat. 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Rom. 6:1-6; Gál. 3:27; I Cor. 12:13; Col. 2:12 e 13; I Pedro 3:21).

16. A Ceia do Senhor
A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso Senhor e Salvador. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instituiu a Cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo, e para unir nossos corações em amor. (Mat. 26:17-30; I Cor. 11:23-30; 10:16 e 17; João 6:48-63; Apoc. 3:20; João 13:1-17).

17. Dons e Ministérios Espirituais
Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais. Sendo outorgados pela atuação do Espírito Santo, o Qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons provê em todas as aptidões e ministérios de que a Igreja necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pelo Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino. (Rom. 12:4-8; I Cor. 12:9-11, 27 e 28;Efés. 4:8 e 11-16; II Cor. 5:14-21; Atos 6:1-7; I Tim. 2:1-3; I Pedro 4:10 e 11; Col. 2:19; Mat. 25:31-36).

18. O Dom de Profecia
Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. (Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Heb. 1:1-3; Apoc. 12-17; 19:10).

19. A Lei de Deus
Os grandes princípios da Lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórios a todas as pessoas, em todas as épocas. Esses preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma do julgamento de Deus. (Êxo. 20:1-17; Mat. 5:17; Deut. 28:1-14; Sal. 19:7-13; João 14:15; Rom. 8:1-4; I João 5:3; Mat. 22:36-40; Efés. 2:8).

20. O Sábado
O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o Sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da imutável Lei de Deus requer a observância deste Sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e prática de Jesus, o Senhor do Sábado. (Gên. 2:1-3; Êxo. 20:8-11; 31:12-17; Lucas 4:16; Heb. 4:1-11; Deut. 5:12-15; Isa. 56:5 e 6; 58:13 e 14; Lev. 23:32; Mar. 2:27 e 28).

21. Mordomia
Somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, capacidades e posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus, por meio de fiel serviço à Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu Evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua igreja. (Gên. 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Mal. 3:8-12; Mat. 23:23; I Cor. 9:9-14).

22. Conduta Cristã
Somos chamados para ser um povo piedoso, que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, só nos envolvemos naquelas coisas que produzirão em nossa vida, pureza, saúde e alegria semelhantes às de Cristo. (I João 2:6; Efés. 5:1-13; Rom. 12:1 e 2; I Cor. 6:19 e 20; 10:31; I Tim. 2:9 e10; Lev. 11:1-47; II Cor. 7:1; I Pedro 3:1-4; II Cor. 10:5; Filip. 4:8).

23. Matrimônio e Família
O Casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus, bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e se casa com outro, comete adultério. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcançar completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. (Gên. 2:18-25; Deut. 6:5-9; João 2:1-11; Efés. 5:21-33; Mat. 5:31 e 32; 19:3-9; Prov. 22:6; Efés. 6:1-4; Mal. 4:5 e 6; Mar. 10:11 e 12; Lucas 16:18; I Cor. 7:10 e 11).

24. O Ministério de Cristo no Santuário Celestial
Há um santuário no Céu. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crentes os benefícios de Seu sacrifício expiatório oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grande Sumo Sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2.300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos será digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesto quem, dentre os vivos, está preparado para a trasladação ao Seu reino eterno. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo advento. (Heb. 1:3; 8:1-5; 9:11-28; Dan. 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24-27; Núm. 14:34; Ezeq. 4:6; Mal. 3:1; Lev. 16; Apoc. 14:12; 20:12; 22:12).

25. A Segunda Vinda de Cristo
A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. (Tito 2:13; João 14:1-3; Atos 1:9-11; I Tess. 4:16 e 17; I Cor. 15:51-54; II Tess. 2:8; Mat. 24; Mar. 13; Lucas 21; II Tim. 3:1-5; Joel 3:9-16;Heb. 9:28).

26. Morte e Ressurreição
O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas. (I Tim. 6:15 e 16; Rom. 6:23; I Cor. 15:51-54; Ecles. 9:5 e 6; Sal. 146:4; I Tess. 4:13-17; Rom. 8:35-39; João 5:28 e 29; Apoc. 20:1-10; João 5:24)

27. O Milênio e o Fim do Pecado
O milênio é o reinado de mil anos, de Cristo com Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante este tempo serão julgados os ímpios mortos. No fim desse período, Cristo com Seus Santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O Universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores. (Apoc. 20; Zac. 14:1-4; Mal. 4:1; Jer. 4:23-26; I Cor. 6; II Pedro 2:4; Ezeq. 28:18; II Tess. 1:7-9; Apoc. 19:17, 18 e 21).

28. A Nova Terra
Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria e aprendizado eternos, em Sua presença. (II Pedro 3:13; Gên. 17:1-8; Isa. 35; 65:17-25; Mat. 5:5; Apoc. 21:1-7; 22:1-5; 11:15).

sábado, 1 de março de 2014

"A ESTRATÉGIA DA REBELIÃO"

Na primavera de 1943, o oficial comandante de um destróier japonês subiu a bordo do navio de combate Musaschi, identificou-se e solicitou uma audiência com o almirante Yamamoto. O imediato olhou para ele como se o pedido não fizesse o menor sentido. Houve um silêncio embaraçoso. Finalmente, o imediato pediu que o oficial o acompanhasse e o conduziu por um labirinto de corredores e escadas até os aposentos do oficial da armada. Só então o visitante percebeu que havia algo errado, terrivelmente errado. 
Dentro da cabine suavemente iluminada do almirante, havia uma mesa comprida e, sobre ela, sete esquifes cobertos de incenso. Yamamoto, comandante supremo da marinha japonesa, estava morto. Alguns dias antes, ele havia decidido visitar as instalações japonesas nas ilhas Salomão e planejou a viagem cuidadosamente. Um itinerário detalhado, em código, foi enviado por rádio a cada base japonesa para que pudessem se preparar e acompanhar o almirante em sua visita.
Sem que o alto comando em Tokio soubesse, os americanos tinham decifrado o código japonês. Eles estavam na escuta e anotaram os detalhes do itinerário. Alguém, comentando o incidente, conta o que aconteceu: "Naquela ocasião em um dia de abril, Tom Lanphier, um jovem piloto de caça, entrou em seu P-238, ligou os motores e se dirigiu até a movimentada pista de Guadalcanal.
Durante várias horas, sua esquadrilha voou de norte a oeste, vasculhando os céus em busca de algum sinal de voo de Yamamoto e, perto da ilha Bougainville, eles avistaram seus aviões. Aceleradores e hélices foram ajustados, botões das metralhadoras ativados e os caças americanos ficaram prontos para disparar. Lanphier começou a disparar suas balas no espaço que ia crescendo na mira da sua metralhadora. E para o excelente piloto japonês veio a agonia de um avião não respondendo mais ao controle. A asa direita se soltou e um vidro frontal despedaçou-se pouco antes da escuridão total. Yamamoto morreu porque os planos e as estratégias dos japoneses não eram mais segredos".
Você sabia que possui ao seu alcance um documento que contêm os detalhes da tática de uma rebelião na qual você também está envolvido? O terceiro capítulo de Gênesis é muito mais que um breve relato da queda do homem: é a revelação dessa estratégia. Olhando-se com atenção, você poderá entender facilmente a tática usada no Éden - ela permanece a mesma desde aquele tempo e até hoje.
O plano, tão engenhosamente concebido, não foi produto da mente humana. Ele foi concebido por uma mente incrivelmente inteligente: a de um anjo rebelde. Esse plano foi tão eficaz naquele primeiro encontro com a raça humana que nunca foi mudado. A queda do homem de sua elevada posição foi a maior tragédia que este planeta já conheceu. O instigador da tragédia, de maneira muito esperta, a desmereceu, ridicularizou-a, a ponto de impressionar a mente de milhões, convencendo-os de que o ocorrido no Éden não passou de um mito e que a queda do homem foi uma piada. Ironicamente, Satanás induz: "Onde está o Jardim do Éden? Eva  comeu a maçã"? E, em seguida, ele dá um sorriso sarcástico e acrescenta: "Quem acredita nisso"?
Milhões jamais leram a história. Eles se surpreenderiam ao saber que não há qualquer menção de maçã na Bíblia, no livro de Gênesis.

Jamais passou pela mente dessas pessoas que os problemas que enfrentamos começaram com uma
escolha deliberada por parte de duas pessoas reais em um jardim igualmente real que poderia ser chamado de paraíso. O instigador da rebelião não quer que a queda do homem se pareça realmente com uma queda. Se você duvida do sucesso da propaganda, considere isso: quase todas as escolas ensinam, como fato estabelecido, que o homem evoluiu sempre, desde o princípio. Segundo elas, o homem jamais caiu. Você entende? Na teoria da evolução, não existe lugar para a queda do homem. E é claro, se o homem jamais caiu, ele não precisa de um Salvador. Ele pode muito bem se arranjar sozinho.
A experiência do Éden em algumas versões da propaganda do anjo rebelde, é admitida livremente como fato. Mas é louvada como a corajosa quebra de todas as restrições por parte do homem, como se fosse a sua declaração de independência. Foi um triunfo, não uma tragédia. Seja qual for o raciocínio, a expulsão de nossos primeiros pais geralmente é vista como uma coisa muito trivial.

Precisamos examinar o terceiro capítulo de Gênesis mais profundamente para descobrir o que
realmente aconteceu. Só assim entenderemos seu significado. Mas, primeiro, precisamos do apoio de dois versículos do segundo capítulo de Gênesis. "E o Senhor Deus ordenou ao homem: Coma livremente de qualquer árvore   do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá". Gênesis 2:16,17. Muitas pessoas acham que Deus estava sendo um pouco exigente, injusto, em punir nossos primeiros pais e, por consequência, nos punir também por ofensa tão trivial como comer uma frutinha. Foi mesmo trivial?

"Na teoria da evolução não exite
lugar para a queda do homem". 

Se Adão e Eva estivessem sem comida e com fome, a tentação de desobedecer a Deus 
poderia ter sido forte. Mas, por todo o jardim, havia árvores carregadas com frutos deliciosos. Apenas uma árvore estava proibida. Eles tinham liberdade para comer de todas as outras. Por que o Senhor proibiu que comessem do fruto de uma determinada árvore? Seria venenoso? Mas Ele não faz fruto venenoso. A restrição existiu por uma razão importante: Deus queria que eles vivessem para sempre, mas não concederia a imortalidade ao homem e a mulher até que tivesse certeza de que poderia confiar a eles a vida eterna. Do contrário, se Adão  e Eva decidissem se rebelar, o Pai teria uma raça de imortais rebeldes nas suas mãos. 
Teria que haver um teste: Era necessário alguma regra que pudesse ser quebrada, algum Mandamento a ser desobedecido, uma escolha a ser feita, uma decisão entre o certo e o errado. Sem essa escolha, a obediência deles não significaria nada, seriam robôs. 
Muitos creem que Adão e Eva foram criados imortais, e que temos uma alma que não morre. Porém, Deus disse claramente a Adão que a morte seria o resultado da desobediência. Se fosse impossível para o homem morrer, Deus teria dito isso a ele? 
Como um frutinho parece uma pequena ofensa, mas a restrição também é pequena. Isso torna o desrespeito a ela tão monstruoso quanto imperdoável. Deus deu tantas coisas a Adão e Eva e lhes pediu tão pouco! Porém, eles desobedeceram. Que tipo de lealdade é essa? E tem mais: Eva não poderia acreditar na serpente sem primeiro duvidar de Deus. Ela comeu o fruto somente quando concluiu que Deus havia mentido e estava tentando esconder alguma coisa dela, conforme a serpente havia declarado. Adão não foi enganado, pois quando Eva lhe ofereceu o fruto, ele percebeu imediatamente o que havia se passado. Ele sabia que Eva deveria morrer e, às pressas, decidiu comer e morrer com ela.

A Bíblia descreve o que aconteceu: "Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais 
selvagens que o Senhor tinha feito. E ela perguntou à mulher: Foi isto mesmo que Deus disse: Não comam de nenhum fruto das árvores do jardim?
Respondeu a mulher à serpente: Podemos comer do fruto das árvores do jardim, mas Deus disse: Não comam do fruto da árvore que está no meio do jardim, nem toquem nele, do contrário vocês morrerão. Disse a serpente à mulher: Certamente não morrerão! Deus sabe que, no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês, como Deus, serão conhecedores do bem e do mal. Quando a mulher viu que a árvore parecia agradável ao paladar, era atraente aos olhos e, além disso, desejável para dela se obter discernimento, tomou do seu fruto, comeu-o e o deu a seu marido, que comeu também". Gênesis 3:1-6. 
Esses seis versículos são um documento onde a estratégia do anjo caído se torna óbvia. 
A estratégia, o método de agir, a filosofia, a estrutura básica da sua propaganda - tudo aparece de forma muito clara. O modo como ele atuou no passado é o modo como atua hoje. Nada mudou. Note que Satanás não queria que sua verdadeira identidade fosse conhecida. Ele usou um disfarce: o método da personificação. Ele ainda opera desse modo, "isto não é de admirar, pois o próprio Satanás se disfarça de anjo de luz". II Coríntios 11:14. Ele utiliza o disfarce: o médium. O diabo usou um fenômeno mediúnico para atrair a atenção da sua vítima. A serpente no Jardim do Éden era, sem dúvida, um lindo animal. Ela não sabia falar nem se comunicar. Foi isso que atraiu Eva, uma serpente falante. 
Satanás utiliza o mesmo método sobrenatural hoje com infinitas variações, é assim que milhões são atraídos ao espiritismo e ao ocultismo. Você encontrará o mundo espírita divulgado nas principais revistas e livros, nas bancas de jornais e livrarias. O anjo caído falando através da serpente, não perdeu tempo em incutir dúvida na mente de Eva: a credibilidade da palavra de Deus. Observe o modo cínico como ele disse: "Deus não disse que você morreria se comesse deste fruto? Deus sabe que não, pois sabe que você não morrerá, pois se comer deste fruto, será igual a Ele". Satanás foi ao ponto de contradizer diretamente a ordem de Deus. O Criador disse: "Se comer do fruto você morrerá". Satanás disse: "Você não vai morrer". 
Satanás não diz a verdade. Cristo afirmou: "Vocês pertencem ao pai de vocês, o diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira". João 8:44. 
Portanto, o anjo caído é um mentiroso. Ele usa meias verdades. 
Quanto mais a verdade se misturar com o erro, mais atraente e perigosa é para suas vítimas. Havia uma insinuação de que Deus estava escondendo alguma coisa de nossos primeiros pais, algo que Ele não gostaria que eles soubessem. Deus realmente não queria que eles soubessem o que é ser assombrado pela culpa, ao ponto de não poderem dormir; o que significa morrer, o que é ver um filho amado tirar a vida do próprio irmão. Ele queria evitar esse conhecimento deles e de nós. Isso é tirania ou é amor? O que você acha? As palavras que Deus disse a Adão registradas em Gênesis 2:17, não foram um ultimato arbitrário ou uma ameaça. 
Deus não disse: "Adão, não se atreva a comer do fruto daquela árvore. Se comer, Eu mato você". 
As palavras de Deus foram uma advertência feita com amor sobre qual seria o resultado da desobediência.
A morte não se segue à desobediência porque a advertência foi feita. "Não se deixem enganar: De Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá". Gálatas 6:7. O que o homem semear, isso ele ceifará - essa é uma lei da vida que funciona com precisão matemática. "Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, em Cristo Jesus nosso Senhor". Romanos 6:23. 
Lúcifer, no início de sua rebelião, sabia que salário do pecado é a morte. Ele foi devidamente alertado para onde seus passos o estavam levando. Mas recusou-se voltar. Agora, ele sabe que terá que morrer um dia, por isso , se tem que morrer, decidiu que vai levar quantos puder consigo. Ele propõe conseguir isso através de dois elementos-chave em sua estratégia: filosofia e propaganda.
O primeiro deles é: "Certamente não morrereis". Você não pode morrer, Deus fez você com uma alma imortal. A morte é impossível. Imagine o que o diabo pode fazer com essa filosofia, pois se homem não "morre" quando morre, deve ser possível se comunicar com ele, voltar à vida. Se não há morte, então podemos viver como bem quisermos, e nada nos acontecerá. Podemos rir das advertências de Deus. 
Para onde isso nos conduz? Se homens e mulheres não podem morrer, se eles são imortais,
então terão que viver para sempre em algum lugar. Assim, o anjo caído inventou um inferno de fogo eterno onde um Deus vingativo poderia se deliciar em ver o povo sofrer nas chamas que nunca acabam. Que insulto para o caráter de Deus! Que mentira!
Milhões acreditam sinceramente nisso. Somente o Criador sabe quantos se afastaram de todas as  
religiões por não conseguir aceitar tamanha tortura de um Deus de amor. Mas a Bíblia não fala de um tal lugar de tortura sem fim. Essa é uma invenção do anjo caído.
O segundo elemento-chave na estratégia do inimigo, aparece em sua promessa mentirosa: "Sereis como Deus". Hoje, somos bombardeados com essa filosofia. "Há uma fagulha de divindade dentro de você". Dizem: "Você deve trazê-la para fora". Você é um pequeno Deus". Essa fala tem milhares de variações e quer dizer: "Vá sozinho, seja independente. Você não precisa de Deus". Foi assim que começou a controvérsia neste planeta. O tema foi a autoridade de Deus. Seu trono, Sua Lei e Seu caráter. O alvo principal da ira do inimigo foi o Filho de Deus. Seu posto e Seu poder como Criador. O alvo da rebelião, no passado e agora, é o controle da mente dos homens, seu culto, seja por opção ou pela força. Agora você entende um pouco melhor a tragédia do Éden? 
Satanás tinha vencido a primeira etapa da luta. Ele havia persuadido nossos primeiros pais a se venderem à escravidão que, sem a intervenção divina, não poderia ser interrompida. Mas a intervenção divina viria. Encontramos no mesmo capítulo de Gênesis a promessa de um Salvador. "Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você o ferirá o calcanhar".
 Gênesis 3:15. Essas palavras, ditas a Satanás na audiência de Adão e Eva, eram um mistério para ele. O que poderiam significar? Quem feriria a sua cabeça? O que Deus iria fazer? Ele iria prover uma saída para o casal? Com certeza, Deus não iria se importar com o povo deste minúsculo planta. Provavelmente, iria expulsá-los e esquecê-los, afinal. O Filho de Deus não iria descer do Céu somente para desafiar o Seu poder sobre a raça humana.
O coração egoísta de Lúcifer não poderia entender o amor. Ninguém estava mais inquieto sobre o que
Deus iria fazer que o culpado autor da rebelião. Não é de admirar que, numa noite escura, muitos séculos depois, ele tremeu quando viu a luz brilhante sobre Belém e ouviu o cântico dos anjos.
Você não gostaria de agradecer a Deus por nos deixar saber do que se trata o conflito, bem como a estratégia do inimigo, para que possamos escapar de seus enganos?

                                                    Extraído da Revista "Verdades Para o Tempo do Fim", Págs. 9-11.



 


 

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

"PROSPERIDADE & MISSÃO"

Para muitos, prosperidade é ter riquezas, mas para o cristão ela é muito mais do que isso. Pois a verdadeira prosperidade é ter Jesus no coração, sem Ele nada somos. "Riquezas, honras terrestres e humana grandeza nunca poderão salvar uma alma da morte". As riquezas nos são confiadas com o propósito de serem investidas no reino de Deus. Do contrário, elas podem impedir a visualização da salvação, assim como impediu muitos de reconhecerem a Jesus e Seu nascimento. "Os sacerdotes e doutores da nação ignoravam que o maior acontecimento dos séculos estava prestes a ocorrer. Proferiam suas orações destituídas de sentido, e realizavam os ritos do culto para serem vistos pelos homens, mas em sua luta por riquezas e honras mundanas, não estavam preparados para a revelação do Messias".
Só estaremos seguros no uso das riquezas seguindo o exemplo de Cristo, que conhece a prosperidade em todas as áreas da vida, inclusive a financeira.

"VIVENDO COMO DISCÍPULO"

Alguns pensam que Deus não deseja que  o cristão tenha riquezas. Têm essa ideia como se fosse
uma verdade bíblica, de que o dinheiro é a raiz de todos os males. No entanto, o que está escrito na Bíblia é: "Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores". I Tm.6:10.
O que está em questão neste texto é a cobiça, que leva ao amor das coisas materiais, como o
dinheiro. Através da Bíblia, tornamos conhecimento de que muitos dos servos de Deus possuíram riquezas, como Jó, Abrão(Abraão), Davi, Salomão e outros. Não há nenhum mal em possuí-las. O que não podemos fazer é colocarmos o coração nelas.

Alguns propõem que o cristão deve ser pobre porque Jesus era pobre. Realmente a Sua vida humilde é tema de discussão, mas Jesus possuía o necessário para cumprir Sua missão. Em certas ocasiões desfrutava da acolhida na casa de Maria e Marta ( Lucas 10:38 ). Quando precisou saciar a fome de uma multidão de cinco mil pessoas, o alimento foi provido ( Mateus 14:19 ). Quando precisou de um meio de transporte, Ele o teve à Sua disposição ( João 12:14 ). Quando precisou de um lugar para realizar a Santa Ceia, foi-lhe concedido ( João 13:2 ). Quando questionado sobre os impostos, mandou pescar um peixe e nele encontraram dinheiro necessário ( Mateus 17:27 ). Ele alimentava doze homens todos os dia ( João 4:8 ).
As vestes de Cristo não eram velhas e esfarrapadas, mas sim de bom gosto e qualidade. Tanto que, em Sua crucifixão, os soldados lançaram sorte para ver quem ficaria com elas, pois eram de tecido bom, sem emendas ( Marcos 15:24 ). E até mesmo em Sua morte, teve o sepulcro de um príncipe   ( João 19:38-41 ). Jesus era plenamente DEUS, plenamente homem, e viveu como o segundo Adão. Não dispensou recursos para suprir as necessidades em Sua missão. Isso explica porque necessitou de um tesoureiro para cuidar de Suas finanças.

Diante dessas evidências podemos notar que, mesmo optando por viver uma vida simples, Jesus dispôs dos recursos necessários para suprir Suas necessidades e cumprir a missão que O Pai lhe confiou. Sendo assim, podemos afirmar que não há nada de errado em possuir recursos financeiros, desde que estejam à disposição dos serviços dos Céus.

APELO: "Proponha hoje, em seu coração, que você tomará seus bens, e os colocará à disposição 
para serem usados como instrumentos a serviço do reino de Deus".


                                                                                                   Extraído da Revista "REVIVER", Págs.4,5.

sábado, 18 de janeiro de 2014

"O QUE A CRUZ NÃO MUDOU"

      Eram duas e meia da tarde quando,  de  repente,  a América parou. Era uma sexta-feira negra. Os jornalistas
 movimentaram-se através das agências de notícias, com medo do que haviam descoberto. E, finalmente, chegou a palavra definitiva, despida de qualquer boato:   O Presidente dos Estados Unidos da América ( E.U.A ) estava morto!
Todos ficaram atônitos, arrasados. O alvo mortífero daquele rifle havia ameaçado a segurança da nação americana. A lei da pátria tinha sido seriamente infringida. Mas a constituição-critério básico da lei e da ordem - permanecia imutável. Aqueles tiros disparados em Dallas, Texas, somente aumentaram a determinação de que, no futuro, ela seria cumprida com mais cuidado.

Embora esse paralelo possa ser incompleto, existiu uma
outra sexta-feira negra, e o coração do Universo ficou paralisado. Poucas pessoas se importaram com o que estava acontecendo, mas o Céu se importou. Seres sem pecado assistiram, petrificados, quando seu amado Comandante morreu nas mãos de um inimigo que O havia desafiado. O que eles viram naquele dia os convenceu sobre a verdadeira natureza da rebelião e do pecado para sempre. Finalmente, o caráter do anjo caído fora desmascarado.

Apesar de surpreso, chocado e ameaçado pelo golpe mortal do inimigo, o Céu se sentiu seguro ante o conhecimento de que seu Governo resistiria. A Justiça de Sua constituição fora eternamente confirmada pela morte de Jesus. Sua Lei permaneceu intocada. A lealdade daquele que morreu na Cruz tornava agora a desobediência impensável. Sim, o Filho de Deus estava morto, mas Ele tornou a salvação possível para o homem caído, e fez ainda mais; justificou o Seu governo e tornou o Universo por toda a eternidade.

Imediatamente, após a morte de John Kennedy, incontáveis memoriais se espalharam por toda a Terra.
Rodovias, estádios e aeroportos receberam o seu nome. O Cabo Canaveral tornou-se Cabo Kennedy.

É muito natural que o mundo cristão quisesse fazer um memoria à morte e, especialmente à ressurreição de Jesus. Por que não fazer do domingo, o dia da ressurreição, uma lembrança universal do dia em que Ele saiu do túmulo? Muito lógico, não? Mas há um problema: Deus já havia escolhido um memorial para a morte de Cristo na Cruz, e nós o chamamos de "Ceia do Senhor" - ( Ver I Cor.11:22-23 ).

Você sabia que Deus também já tinha escolhido um memorial para a ressurreição de Jesus? Podemos ler sobre isso em Romanos 6:3-5>>"Ou vocês não sabem que todos nós, que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados em sua morte? Portanto, fomos sepultados com Ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova. Se dessa forma fomos unidos a Ele na semelhança da sua ressurreição".dos com Ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova. Se dessa forma fomos unidos a Ele na semelhança da sua ressurreição".

Existe outro memorial que seja mais adequado e significativo que o batismo? Quando uma pessoa entra na água e prende o fôlego, isso simboliza a morte para o pecado; quando é colocada embaixo da água, simboliza o enterro da velha vida, e quando ela vem para fora, simboliza a ressurreição para uma nova vida. Por todos esses atos juntos, o seguidor de Jesus compartilha e comemora a morte, o enterro e a ressurreição do seu Senhor. É memorial perfeito em todos os seus detalhes, é difícil entender porque o homem tentaria aprimorá-lo.

Mas é exatamente isso que os homens têm tentado fazer, pois um grande segmento cristão realiza cultos no domingo em lugar do Sábado bíblico, e eles respondem que isso é feito em memória da ressurreição(de Cristo). Os memoriais são louváveis, mas o problema é o seguinte: Deus já tem um dia de descanso; foi estabelecido no fim da semana da criação, e ele também é um memorial muito importante.

"Pois em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles existe, mas no sétimo dia descansou. Portanto, o Senhor abençoou o sétimo dia e o santificou". Ex.20:11.

O Sábado é um memorial da criação; é uma lembrança perpétua, a cada sete dias, de que não somos filhos do acaso nem de qualquer acidente, mas de um Criador amoroso. Pense: Como a natureza humana reagiria tendo dias de descanso? Será que não iríamos escolher aquele que fosse mais conveniente? Isso significa que, provavelmente, Sua obra com Criador seria esquecida!

Deus é honrado por nossa lembrança do túmulo vazio, mas a observância do domingo, por mais sincera que seja, viola especificamente, pelo menos um dos Dez Mandamentos da Lei de Deus. Aqueles que observam o domingo não estão observando o dia que Deus ordenou. Podemos esperar que Deus se agrade com um memorial que esteja manchado com a quebra da Lei? Dificilmente.

A essa altura você pode dizer: "Não sei bem o que li ou onde, mas sempre presumi que existisse autoridade no Novo Testamento para o culto aos domingos. Será que sonhei"? Não!!!

Você não sonhou, apenas supôs o que milhões de pessoas antes de você imaginavam. A verdade é que o Novo Testamento menciona o primeiro dia da semana apenas oito vezes. Cinco desses textos apenas se referem ao fato da ressurreição ter ocorrido no primeiro dia da semana.

"O Sábado é um memorial da criação;
é uma lembrança perpétua de que 
não somos filhos do acaso". 


Examinemos o primeiro deles: "No primeiro dia da semana, de manhã bem cedo, as mulheres levaram ao sepulcro as especiarias aromáticas que haviam preparado". Lucas 24:1. Observe o versículo anterior: "Em seguida, foram para casa e prepararam perfumes e especiarias aromáticas. E descansaram no Sábado, em obediência ao mandamento". Lucas 23:56.


As mulheres já tinham descansado no Sábado antes de irem ao túmulo, no primeiro dia da semana.
Não existe nenhuma orientação divina para guardá-lo como dia sagrado. Você pode conferir os outros quatro textos que falam a mesma coisa. São eles:
Mateus 28:1; Marcos 16:2 e 9 e João 20:1.  


A próxima citação bíblica está no evangelho de João 20:19>> "Ao cair da tarde daquele primeiro dia da semana, estando os discípulos reunidos a portas trancadas, por medo dos judeus. Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: Paz seja com vocês!".


Essa passagem é mencionada como uma comemoração da ressurreição por aqueles que buscam apoio
nas Escrituras para tal mudança. Mas é difícil ver como isso pode ser verdade, já que os próprios discípulos
ainda não estavam convencidos da ressurreição, até que Jesus apareceu a eles. A sétima referência encontra-se no livro de Atos 20:7>> "No primeiro dia da semana nos reunimos para partir o pão, e Paulo falou ao povo. Pretendo partir no dia seguinte, continuou falando até a meia-noite". 


Paulo pregava um sermão de despedida no primeiro dia da semana. Entretanto, a pregação de um sermão ou a celebração do culto da comunhão não faz desse dia um dia sagrado. E, com relação à Ceia do Senhor, tenha em mente que ela foi, originalmente, instituída pelo próprio Jesus em uma noite de quinta-feira. Mas isso faz da quinta-feira um dia de guarda? Muito difícil, especialmente quando inúmeras referências falam de Paulo e outros apóstolos pregando no Sábado. Aliás, esse era o costume, aquela noite fora apenas uma reunião de despedida.

Chegamos à última referência: "No primeiro dia da semana, cada um de vocês separe uma quantia, de acordo com a sua renda, reservando-a para que não seja preciso fazer coletas quando eu chegar"- I Cor.16:2.

Paulo está promovendo um projeto muito especial ao seu coração. Os crentes em Jerusalém precisavam de assistência financeira, e Paulo está pedindo às igrejas para juntarem uma grande oferta para seus irmãos na fé ( verso 3 ). Essa passagem não tem nada a ver com ir à igreja aos domingos e colocar uma oferta na sacola, como alguns podem ter entendido. Paulo está simplesmente pedindo aos corintios que separem algum dinheiro para esse projeto especial. De fato, as várias traduções desse versículo deixam claro o "pôr de parte" é feito nos lares, não num culto público.
Há mais uma passagem que não menciona o primeiro dia da semana, mas muitas pessoas presumem que sim. Está em Apocalipse 1:10>> "No dia do Senhor achei-me no Espírito, e ouvi por trás de mim uma voz forte, como de trombeta". Muitos acreditam que o "dia do Senhor" mencionado nesse texto é o domingo. Mas o dia do Senhor é verdadeiramente o domingo? Vejamos que Deus disse através do profeta Isaías: "Se você vigiar seus pés para não profanar o Sábado e para não fazer o que bem quiser em meu santo  dia, se você chamar delícia o Sábado e honroso o santo dia do Senhor, e se honrá-lo, deixando de seguir seu próprio caminho, de fazer o que bem quiser e de falar futilidades, então você terá no Senhor a sua alegria, e Eu farei com que você cavalgue nos altos da terra e se banqueteie com a herança de Jacó, seu pai. É o Senhor quem fala". Isaías 58:13,14.

"O silêncio do Novo Testamento
concernente a qualquer mudança
do dia de descanso é ensurdecedor". 


O povo de Deus vinha negligenciando o Sábado e Deus os repreendeu para que parassem e chamassem o Sábado deleitoso e santo. Inquestionavelmente, o Sábado é o dia do Senhor. Segundo os melhores registros

históricos, a prática de aplicar a expressão "o dia do Senhor"ao domingo surgiu nos círculos cristãos por volta do final do século dois. Quando João escreveu o Apocalipse, aquele que queria ver o Sábado mudado ainda não tinha nascido. E o fato triste é que quando a expressão "dia do Senhor" entrou em uso entre os cristãos, ela veio manchada pelo paganismo e, especialmente, pelo culto ao Sol.

Veja o que escreveu Agostinho Paiva, um escritor português, sobre o mitraísmo: "O primeiro dia de cada semana, domingo, foi consagrado a Mitra desde os tempos remotos, segundo afirmam vários autores. Porque o Sol era Deus, o Senhor por excelência, o domingo passou a ser chamado o dia do Senhor, como foi feito mais tarde pelo cristianismo". O Mitraísmo, Pág.3. 


Você está chocado com a origem da prática da guarda do domingo? O silêncio do Novo Testamento concernente a qualquer mudança do dia de descanso é ensurdecedor. Tenha em mente que uma mudança assim teria provocado grande controvérsia entre os cristãos primitivos. Pense na quantidade de espaço que Paulo dá à questão da circuncisão. Ele dedicou todo o livro dos Gálatas para a discussão do problema, e a circuncisão tinha, como sua autoridade, apenas a lei cerimonial, uma lei de sacrifícios e cerimônias que terminam quando Jesus deu Sua vida. A circuncisão sequer é mencionada na Lei de Deus. Imagine a revolta que teria causado se qualquer mudança do Sábado, um dos Dez Mandamentos, tivesse sido sugerida ou mesmo insinuada. Poderíamos esperar encontrar livros inteiros relativos ao assunto. Lembre-se que o Novo Testamento foi escrito de 19 a 63 anos após a Cruz.


Sem dúvida, existe confusão por todo o mundo sobre o dia de descanso de Deus. Muitas pessoas acreditam que aconteceu alguma coisa na Cruz que desfez a autoridade do mandamento do Sábado. Alguma coisa aconteceu, algo saiu errado. Existe confusão, mas Deus não é o responsável por ela.
Ele disse: "De fato, Eu, O Senhor, não mudo"- Mal.3:6 ( ver também Heb.13:8 e Tiago 1:17 ).

Os apóstolos também não mudaram. Eles observaram o Sábado assim como Jesus. Nosso Salvador não previu nenhuma alteração do Sábado para perto dos Seus dias. Quando Ele falava da destruição de Jerusalém, que seria no ano 70, isto é, quase 40 anos mais tarde, dizia a Seus seguidores que orassem para que a fuga não acontecesse no Sábado ( ver Mateus 24:20 ).

Na atualidade, o povo de Deus neste final dos tempos é descrito no livro do Apocalipse como "os que guardam os mandamentos de Deus ( isso inclui o 4º Mandamento ) e a fé de Jesus"- Apc.14:12.
No último apelo de Deus para esta geração, encontrado em Apocalipse 14, Ele conclama homens homens e mulheres a adorarem Aquele que fez a Terra e o Céu. Em todas as Escrituras, o Sábado permanece seguro como um memoria da criação; um dia observado por Jesus e Seus seguidores; um dia ainda observado em nossos dias. Com toda certeza, você já ouviu alguém dizer que o Sábado é um ponto de controvérsia. É assim porque esta geração prefere acreditar na chance e no caos de bilhões de anos que nos seis dias da criação realizada por Deus.

Muitos estavam assistindo televisão no momento da confusão, quando o repórter gritou de Dallas: "Ele foi baleado, Oswald foi baleado". O assassino não viveu para ser julgado ou para contar sua confusa história. Mas o assassino do Calvário continua solto e furioso porque terá que enfrentar o ajuste de contas em breve, afinal, seu tempo está se esgotando. A Cruz do Calvário mostrou que a Lei divina é imutável, mas o anjo caído disse aos homens que a morte de Jesus havia abolido o código moral de Deus e nos livrou de suas obrigações. Ele transformou a Cruz que Deus havia usado para confirmar a Lei numa arma contra a Lei.

"Em toda a Escritura, o Sábado
permanece seguro como um
memorial da criação".


Isso aconteceu e está acontecendo. Como resultado, milhões são enganados. No entanto, apesar das investidas do anjo caído, a Cruz do Calvário permanece com seu testemunho firme. Ele não aceita a responsabilidade pelo desprezo generalizado à Lei de Deus. O que o assassinato de John Kennedy causou à constituição? Nada. O que a morte de Jesus causou à Lei divina? Nada. O que a Cruz causou ao Sábado? Nada. 



O Calvário é o testemunho de Deus ao homem de que Sua Lei eterna é importante. Quanto mais detalhadamente investigamos este assunto, maior será a convicção de que tem algo errado em algum lugar; que algumas questões muito importantes temos seguido a multidão, jamais parando para questionar. O exemplo de Jesus é imutável.


Lá está a pequena oficina do carpinteiro, fechada no Sábado. Jamais a encontraremos de outro modo. Foi assim naquela sexta-feira, à sombra da cruz, e não tem sido diferente, desde o dia em que Ele morreu.

"O Calvário é o testemunho de Deus ao
homem de que Sua Lei eterna é importante".

PENSE NISTO..... 


                     EXTRAÍDO DA REVISTA "VERDADES PARA O TEMPO DO FIM", PÁGS.11-13.