sábado, 24 de outubro de 2026

AS 28 CRENÇAS DA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA ( IASD )

NISTO CREMOS 


Os Adventistas do Sétimo Dia consideram toda a Bíblia Sagrada como segura e única regra de fé e esperança. Suas doutrinas, portanto, seguem integralmente os ensinamentos bíblicos e nela estão fundamentados. Estas crenças aqui expostas constituem a percepção e expressão que a Igreja sustém com respeito aos ensinos bíblicos.

1 – As Escrituras Sagradas

As Escrituras Sagradas, o Antigo e Novo Testamento, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. Nesta Palavra, Deus transmitiu ao homem o conhecimento necessário para a salvação. As Escrituras Sagradas são a infalível revelação de Sua vontade. Constituem o padrão de caráter, a prova da experiência, o autorizado revelador de doutrinas e o registro fidedigno dos atos de Deus na História. Textos Bíblicos: 2 Pe. 1:20, 21;2 Tm. 3:16, 17; Sl. 119:105; Pv. 30:5 e 6; Is. 8:20; João 17:17; 1 Tes. 2:13; Hb. 4:12

2 – A Trindade

Há um só Deus: Pai, Filho, e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo e sempre presente. Ele é infinito e além da compreensão humana, mas é conhecido por meio de Sua auto-revelação. Para sempre é digno de culto, adoração, e serviço por parte de toda criação. Textos Bíblicos: Dt. 6:4; Mt. 28:19;2 – Co. 13:14; Ef. 4:4-6;1 Pe. 1:2;1 Tm. 1:17; Ap. 14:7

3 – Deus Pai

Deus, O Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-Se, e grande em cosntante amor e fidelidade. As qualidades e os poderes manifestos no Filho e o Espírito Santo também constituem revelações do Pai. Textos Bíblicos: Gn. 1:1; Ap. 4:11;1 Co. 15:28; Jo 3:16;1 Jo 4:8;1 Tm. 1:17; Êx. 34:6 e 7; Jo 14:9

4 – Deus Filho

Deus, o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Sendo para sempre verdadeiramente Deus, Ele Se tornou também verdadeiramente homem, Jesus, o Cristo. Foi concebido do Espírito Santo e nasceu da virgem Maria. Viveu, e experimentou a tentação como ser humano, mas exemplificou perfeitamente a justiça e o amor de Deus. Por Seus milagres manifestou o poder de Deus e atestou que era o Messias prometido por Deus. Sofreu e morreu voluntariamente na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez, em glória, para o livramento final de Seu povo e a restauração de todas as coisas. Textos Bíblicos: Jo 1:1-3 e 14; Cl. 1:15-19; Jo 10:30; Jo 14:9; Rm. 6:23;2 Co. 5:17-19; Jo 5:22; Lc. 1:35; Fp. 2:5-11; Hb. 2:9-18;1 Co. 15:3 e 4; Hb. 8:1 e 2; Jo 14:1-3

5 – Deus Espírito Santo

Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis são renovados e transformados por Ele, à imagem de Deus. Enviado pelo Pai e pelo Filho para estar sempre com Seus filhos, Ele concede dons espirituais à igreja, a habilita a dar testemunho de Cristo e, em harmonia com as Escrituras, guia-a em toda a verdade. Textos Bíblicos: Gn. 1:1 e 2; Lc. 1:35; Lc. 4:18; At 10:38;2 Pe 1:21;2 Co. 3:18; Ef. 4:10-12; At 1:8; Jo 14:16-18 e 26; Jo 15:26 e 27; Jo 16:7-13

6 – A Criação

Deus é o Criador de todas as coisas, e revelou nas Escrituras o relato autêntico da Sua atividade criadora. “Em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra” e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. Assim Ele estabeleceu o sábado como perpétuo monumento comemorativo de Sua esmerada obra criadora. O primeiro homem e a primeira mulher foram formados à imagem de Deus como obra prima da Criação, foi-lhes dado domínio sobre o mundo e atribuiu-se-lhes a responsabilidade de cuidar dele. Quando o mundo foi concluído, ele era “muito bom”, proclamando a glória de Deus. Textos Bíblicos: Gn. 1; Gn. 2; Êx. 20:8-11;Sl. 19:1-6; Sl. 33:6 e 9; Sl. 104; Hb. 11:3; Jo 1:1-3; Cl. 1:16 e 17

7 – A Natureza do Homem

O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade, o poder e a liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e espírito, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando os nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, eles negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de Deus neles foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilharam dessa natureza caída e de suas conseqüências. Nascem com fraquezas e tendências para o mal. Mas Deus, em Cristo, reconciliou consigo o mundo e por meio de Seu Espírito restaura nos mortais penitentes a imagem de seu Criador. Criados para a glória de Deus, são chamados para amá-Lo e uns aos outros, e para cuidar de seu ambiente. Textos Bíblicos: Gn. 1:26-28; Gn. 2:7; Sl. 8:4-8; At 17:24-28; Gn. 3; Sl. 51:5; Rm. 5:12-17;2 Co. 5:19 e 20; Sl. 51:10;1 Jo 4:7, 8, 11 e 20

8 – O Grande Gonflito

Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua lei e Sua soberania sobre o Universo. Esse conflito originou-se no Céu quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria, tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo, ao induzir Adão e Eva em pecado. Este pecado humano resultou na deformação da imagem de Deus na humanidade, no transtorno do mundo criado e em sua conseqüente devastação por ocasião do dilúvio mundial. Observado por toda a criação, este mundo tornou-se palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor. Para ajudar Seu povo nesse conflito, Cristo envia o Espírito Santo e os anjos leais, para os guiar, proteger e amparar no caminho da salvação. Textos Bíblicos: Ap. 12:4-9; Is. 14:12- 14; Ez. 28:12-18; Gn. 3; Rm. 1:19-32; Rm. 5:19-21; Rm. 8:19-22; Gn. 6-8;2 Pe. 3:6;1 Co. 4:9

9 – Vida, Morte e Ressurreição de Cristo

Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam essa expiação pela fé, possam ter vida eterna, e toda a criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. Esta expiação perfeita vindica a justiça da lei de Deus e a benignidade de Seu caráter; pois ela não somente condena o nosso pecado, mas também garante o nosso perdão. A morte de Cristo é substituinte e expiatória, reconciliadora e transformadora. A ressurreição de Cristo proclama a vitória de Deus sobre as forças do mal, e assegura a vitória final sobre o pecado e a morte para os que aceitam a expiação. Proclama a soberania de Jesus Cristo, diante do qual se dobrará todo joelho, no Céu e na Terra. Textos Bíblicos: Jo 3:16; Is. 53;1 Pe. 2:21 e 22;1 Co. 15:3, 4 e 20-22;2 Co. 5:14, 15 e 19-21; Rm. 1:4; Rm. 3:25; Rm. 4:25; Rm. 8:3 e 4;1 Jo 2:2;1 Jo 4:10; Cl. 2:15; Fp. 2:6-11

10 – A Experiência da Salvação

Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo, que não conheceu pecado, Se tornasse pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo, sentimos nossa necessidade, reconhecemos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Essa fé que aceita a salvação, advém do divino poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo, somos justificados, adotados como filhos e filhas de Deus, e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos santificados; o Espírito renova nossa mente, escreve a lei de Deus, a lei de amor, em nosso coração, e recebemos o poder para levar uma vida santa. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza da salvação agora e no Juízo. Textos Bíblicos: 2 Co. 5:17-21; Jo 3:16; Gl. 1:4; Gl. 4:4-7; Tt 3:3-7; Jo 16:8; Gl. 3:13 e 14; 1 Pe. 2:21 e 22; Rm. 10:17; Lc. 17:5; Mc. 9:23 e 24; Ef. 2:5-10; Rm. 3:21-26; Cl. 1:13 e 14; Rm. 8:14-17; Gl. 3:26; Jo 3:3-8;1 Pe. 1:23; Rm. 12:2; Hb. 8:7-12; Ez. 36:25-27;2 Pe. 1:3 e 4; Rm. 5:6-10; Rm. 8:1-4; Sl. 27:1; Is. 12:2; Jn. 2:9; Gl. 2:19 e 20; Rm. 4:25; Rm. 8:26 e 27;1 Co. 2:5;1 Co. 15:3 e 4;1 Jo 1:9;1 Jo 2:1 e 2; Ef. 3:16-19; Mt. 18:3

11 – Crescimento em Cristo

Com Sua morte na cruz, Jesus triunfou sobre as forças do mal. Aquele que durante o Seu ministério terrestre subjugou os espíritos demoníacos, quebrou o poder do maligno e confirmou sua condenação final. A vitória de Jesus dá-nos a vitória sobre as forças do mal que ainda procuram controlar-nos ao andarmos com Ele em paz, alegria e com a certeza do Seu amor. Agora, o Espírito Santo habita em nós e reveste-nos de poder. Estando continuamente comprometidos com Jesus como nosso Salvador e Senhor, somos libertados do fardo dos atos cometidos no passado. Não mais vivemos nas trevas, com medo dos poderes do mal, na ignorância e na vida sem sentido de outrora. Nesta nova liberdade em Jesus, somos chamados a crescer na semelhança de Seu caráter, comungando com Ele diariamente em oração, alimentando-nos de Sua Palavra, meditando nela e na Sua providência, cantando Seus louvores, nos reunindo nos cultos e participando da missão da igreja. Ao entregar-nos para o amoroso serviço em prol dos que estão em torno de nós e ao testemunharmos de Sua salvação, Sua constante presença conosco através do Espírito transforma cada momento e cada tarefa em uma experiência espiritual. Textos Bíblicos: Sl. 1:1 e 2; Sl. 23:4; Sl. 77:11 e 12; Cl. 1:13 e 14; Cl. 2:6, 14 e 15; Lc. 10:17-20; Ef. 5:19 e 20; Ef. 6:12-18;1 Ts. 5:23;2 Pe. 3:18;2 Co. 3:17 e 18; Fp. 3:7-14;1 Ts. 5:16-18; Mt. 20:25-28; Jo 20:21; Gl. 5:22-25; Rm. 8:38 e 39; 1 Jo 4:4; Hb. 10:25

12 – A Igreja

A Igreja é a comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Em continuidade do povo de Deus nos tempos do Antigo Testamento, nos unimos para prestar culto, para comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para o serviço a toda a humanidade e para a proclamação mundial do Evangelho. A Igreja recebe sua autoridade de Cristo, o qual é a Palavra encarnada, e através das Escrituras, que são a Palavra escrita. A Igreja é a família de Deus; adotados por Ele como filhos, seus membros vivem com base no novo concerto. A Igreja é o corpo de Cristo, uma comunidade de fé, da qual o próprio Cristo é a Cabeça. A Igreja é a noiva pela qual Cristo morreu para que pudesse santificá-la e purificá-la. Em Sua volta triunfal, Ele a apresentará a Si mesmo como Igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e sem defeito. Textos Bíblicos: Gn. 12:3; At 7:38; Efés. 4:11-15;Efés. 3:8-11;Mat. 28:19 e 20;Mat. 16:13-20;Mat. 18:18;Efés. 2:19-22;Ef. 1:22 e 23; Ef. 5:23-27; Cl. 1:17 e 18; Rm. 8:15-17;1 Co. 12:13-27

13 – O Remanescente e sua Missão

A Igreja se compõe de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos últimos dias, um tempo de ampla apostasia, um remanescente tem sido chamado a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento. Essa proclamação é simbolizada pelos três anjos de Apocalipse 14; coincide com a obra de julgamento no Céu e resulta numa obra de arrependimento e reforma na Terra. Todo crente é convidado a ter uma parte pessoal neste testemunho mundial. Textos Bíblicos: Ap. 12:17; Ap. 14:6-12; Ap. 18:1-4;2 Co. 5:10; Jd. 1:3 e 14;1 Pe. 1:16-19;2 Pe. 3:10-14; Mc. 16:15; Mt. 28:18-20; Mt. 24:14

14 – Unidade no Corpo de Cristo

A Igreja é um corpo com muitos membros, chamados de toda nação, tribo, língua e povo. Em Cristo somos uma nova criação; distinções de raça, cultura e nacionalidade, e diferenças entre altos e baixos, ricos e pobres, homens e mulheres, não devem ser motivo de dissensões entre nós. Todos somos iguais em Cristo, o qual por um só Espírito nos uniu numa comunhão com Ele e uns com os outros; devemos servir e ser servidos sem parcialidade ou restrição. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas Escrituras, partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para todos. Essa unidade encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou como Seus filhos. Textos Bíblicos: Rm. 12:4 e 5; 1 Co. 12:12-14; Mt. 28:19 e 20; Sl. 133:1;2 Co. 5:16 e 17; At 17:26 e 27; Gl. 3:27-29; Co. 3:10-15; Ef. 4:1-6 e 14-16; Jo 17:20-23; Tg 2:2-9;1 Jo 5:1

15 – O Batismo

Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e na ressurreição de Jesus Cristo, e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida. Assim reconhecemos a Cristo como Senhor e Salvador, tornamo-nos Seu povo e somos aceitos como membros por Sua Igreja. O batismo é um símbolo de nossa união com Cristo, do perdão de nossos pecados e de nosso recebimento do Espírito Santo. É por imersão na água e depende de uma afirmação de fé em Jesus e da evidência de arrependimento do pecado. Segue-se à instrução nas Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos. Textos Bíblicos: Rm. 6:1-6; Cl. 2:12 e 13; At 2:38; At 16:30-33; At  22:16; Mt. 3:13-16; Mt 28:19 e 20; Gl. 3:27 ;1 Co. 12:13; 1 Pe. 3:21

16 – A Ceia do Senhor

A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso Senhor e Salvador. Nesta experiência de comunhão, Cristo está presente para encontrar-Se com Seu povo e fortalecê-lo. Participando da Ceia, proclamamos alegremente a morte do Senhor até que Ele volte. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instituiu a cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo, e para unir nossos corações em amor. O Serviço da Comunhão é franqueado a todos os crentes cristãos. Textos Bíblicos: 1 Co. 10:16 e 17; 1 Co. 11:23-30; Mt. 26:17-30; Ap. 3:20; Jo 6:48-63; Jo 13:1-17

17 – Dons e Ministérios Espirituais

Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais que cada membro deve empregar em amoroso ministério para o bem comum da Igreja e da humanidade. Sendo outorgados pela atuação do Espírito Santo, o qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons provêem todas as aptidões e ministérios de que a Igreja necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas. De acordo com as Escrituras, esses dons abrangem tais ministérios como a fé, cura, profecia, proclamação, ensino, administração, reconciliação, compaixão, e serviço abnegado e caridade para ajuda e animação das pessoas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pelo Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios pastorais, evangelisticos, apostólicos e de ensino, especialmente necessários para habilitar os membros para o serviço, edificar a igreja com vistas à maturidade espiritual e promover a unidade da fé e do conhecimento de Deus. Quando os membros utilizam esses dons espirituais como fiéis despenseiros da multiforme graça de Deus, a Igreja é protegida contra a influência demolidora de falsas doutrinas, tem um crescimento que provém de Deus e é edificada na fé e no amor. Textos Bíblicos: Rm. 12:4-8;1 Co. 12:9-11, 27 e 28; Ef. 4:8 e 11-16; At 6:1-7;1 Tm. 3:1-3;1 Pe. 4:10 e 11

18 – O Dom de Profecia

Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Esse dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. Eles tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo ensino e experiência. Textos Bíblicos: Jl 2:28 e 29; At 2:14-21; Hb. 1:1-3; Ap. 12:17; Ap. 19:10

19 – A Lei de Deus

Os grandes princípios da lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórios a todas as pessoas, em todas as épocas. Esses preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma no julgamento de Deus. Por meio da atuação do Espírito Santo, eles apontam para o pecado e despertam o senso da necessidade de um Salvador. A salvação é inteiramente pela graça, e não pelas obras, mas seu fruto é a obediência aos mandamentos. Essa obediência desenvolve o caráter cristão e resulta numa sensação de bem-estar. É uma evidência de nosso amor ao Senhor e de nossa solicitude por nossos semelhantes. A obediência da fé demonstra o poder de Cristo para transformar vidas, e fortalece, portanto, o testemunho cristão. Textos Bíblicos: Êx. 20:1-17; Sl. 40:7 e 8; Mt. 22:36-40; Dt. 28:1-14; Mt. 5:17; Hb. 8:8-10; Jo 15:7-10; Ef. 2:8-10;1 Jo 5:3; Rm. 8:1-4; Sl. 19:7-14; Jo 14:15

20 – O Sábado

O bondoso Criador, após os seis dias da criação, descansou no sétimo dia e instituiu o sábado para todas as pessoas, como memorial da criação. O quarto mandamento da imutável lei de Deus requer a observância deste sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e prática de Jesus, o Senhor do sábado. O sábado é um dia de deleitosa comunhão com Deus e uns com os outros. É um símbolo de nossa redenção em Cristo, um sinal de nossa santificação, uma prova de nossa lealdade e um antegozo de nosso futuro eterno no reino de Deus. O sábado é o sinal perpétuo do eterno concerto de Deus com Seu povo. A prazerosa observância deste tempo sagrado duma tarde a outra tarde, do pôr-do-sol ao pôr-do-sol, é uma celebração dos atos criadores e redentores de Deus. Textos Bíblicos: Gn. 2:1-3; Êx. 20:8-11; Lc. 4:16; Is. 56: 5 e 6; Is. 58:13 e 14; Mt. 12:1-12; Êx. 31:12-17; Ez. 20:12 e 20;Dt. 5:12-15; Hb. 4:1- 11; Lv. 23:32; Mc. 1:32; Mc. 2:27 e 28

21 – Mordomia

Somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, capacidades e posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus por meio de fiel serviço a Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua Igreja. A mordomia é um privilégio que Deus nos concede para desenvolvimento no amor e para vitória sobre o egoísmo e a cobiça. O mordomo se regozija nas bênçãos que advêm aos outros como resultado de sua fidelidade. Textos Bíblicos: Gn. 1:26-28; Gn. 2:15;1 Cr. 29:14; Ag. 1:3-11; Ml. 3:8-12; 1 Co. 9:9-14; Mt. 23:23; 2 Co. 8:1-15; Rm 15:26 e 27

22 – Conduta Cristã

Somos chamados para ser um povo piedoso que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, só nos envolvemos naquelas coisas que produzem em nossa vida pureza, saúde e alegria semelhantes as de Cristo. Isso significa que nossas diversões e entretenimentos devem corresponder aos mais altos padrões do gosto e beleza cristãos. Embora reconheçamos diferenças culturais, nosso vestuário deve ser simples, modesto e de bom gosto, apropriado àqueles cuja verdadeira beleza não consiste no adorno exterior, mas no ornamento imperecível de um espírito manso e tranqüilo. Significa também que, sendo o nosso corpo o templo do Espírito Santo, devemos cuidar dele inteligentemente. Junto com adequado exercício e repouso, devemos adotar a alimentação mais saudável possível e abster-nos dos alimentos imundos identificados nas Escrituras. Visto que as bebidas alcoólicas, o fumo e o uso irresponsável de medicamentos e narcóticos são prejudiciais a nosso corpo, também devemos abster-nos dessas coisas. Em vez disso, devemos empenhar-nos em tudo que submeta nossos pensamentos e nosso corpo à disciplina de Cristo, o qual deseja nossa integridade, alegria e bem-estar. Textos Bíblicos: Rm. 12:1 e 2;1 Jo 2:6; Ef. 5:1-21; Fp. 4:8;2 Co. 6:14-18; 2 Co. 7:1; 2 Co. 10:5; 1 Pe. 3:1-4; 1 Co. 6:19 e 20; 1 Co. 10:31; Lv. 11:1-47; 3 Jo1:2; 1 Tm. 2:9 e 10

23 – Matrimônio e Família

O casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. Mútuo amor, honra, respeito e responsabilidade constituem a estrutura dessa relação, a qual deve refletir o amor, a santidade, a intimidade e a constância da relação entre Cristo e Sua Igreja. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e se casa com outro, comete adultério. Conquanto algumas relações de família fiquem aquém do ideal, os consortes que se dedicam inteiramente um ao outro, em Cristo, podem alcançar amorosa unidade por meio da orientação do Espírito e a instrução da igreja. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcançar completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. Por seu exemplo e suas palavras, devem ensinar-lhes que Cristo é um disciplinador amoroso, sempre terno e solícito, desejando que eles se tornem membros do Seu corpo, a família de Deus. Crescente intimidade familiar é uma das características da mensagem final do evangelho. Textos Bíblicos: Gn. 2:18-25; Mt. 19:3-9; Jo 2:1-11; 2 Co. 6:14; Ef. 5:21-33; Mt. 5:31 e 32; Mc. 10:11 e 12; Lc. 16:18; 1 Co 7:10 e 11; Êx. 20:12 ;Ef. 6:1-4; Dt. 6:5-9;Pv. 22:6; Ml. 4:5 e 6

24 – O Ministério de Cristo no Santuário Celestial

Há um santuário no Céu, o verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crentes os benefícios de Seu sacrifício expiatório oferecido uma vez por todas na cruz. Ele foi empossado como nosso grande Sumo Sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2.300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. É uma obra de juízo investigativo, a qual faz parte da eliminação final de todo pecado, prefigurada pela purificação do antigo santuário hebraico, no Dia da Expiação. Nesse serviço típico, o santuário era purificado com o sangue de sacrifícios de animais, mas as coisas celestiais são purificadas com o perfeito sacrifício do sangue de Jesus. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos dorme em Cristo, sendo, portanto, nEle, considerado digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesto quem, dentre os vivos, permanece em Cristo, guardando os mandamentos de Deus e a fé de Jesus, estando, portanto, nEle, preparado para a trasladação ao Seu reino eterno. Este julgamento vindica a justiça de Deus em salvar os que crêem em Jesus. Declara que os que permaneceram leais a Deus receberão o reino. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do segundo advento. Textos Bíblicos: Hb. 1:3; Hb. 2:16 e 17; Hb. 4:14-16; Hb. 8:1-5; Hb. 9:11-28; Hb. 10:19-22; Dn. 7:9-27; Dn. 8:13 e 14; Dn. 9:24- 27; Nm. 14:34; Ez. 4:6; Lv. 16; Ap. 14:6,7 e 12; Ap. 20:12; Ap. 22:12; Ml. 3:1

25 – A Segunda Vinda de Cristo

A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja, o grande ponto culminante do evangelho. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. Quando Ele voltar, os justos falecidos serão ressuscitados e, juntamente com os justos que estiverem vivos, serão glorificados e levados para o Céu, mas os ímpios irão morrer. O cumprimento quase completo da maioria dos aspectos da profecia, bem como a condição atual do mundo, indicam que a vinda de Cristo é iminente. O tempo exato desse acontecimento não foi revelado, e somos portanto exortados a estar preparados em todo o tempo. Textos Bíblicos: Tt 2:13; Hb. 9:28; Jo 14:1-3 ;At 1:9- 11; Mt 24; Ap. 1:7;1 Ts. 4:13-18; 1 Co. 15:51-54; 2 Ts. 1:7-10 ;2 Ts. 2:8; Ap. 14:14-20; Ap. 19:11-21; Mc. 13; Lc. 21;2 Tm. 3:1- 5;1 Ts. 5:1-6; Jl 3:9-16

26 – Morte e Ressurreição

O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas. Quando Cristo, que é a nossa vida, Se manifestar, os justos ressuscitados e os justos vivos serão glorificados e arrebatados para o encontro de seu Senhor. A segunda ressurreição, a ressurreição dos ímpios, ocorrerá mil anos mais tarde. Textos Bíblicos: Rm. 6:23;1 Tm. 6:15 e 16; Ec. 9:5 e 6; Sl. 146:3 e 4; Jo 11:11-14; Cl. 3:4; 1 Co. 15:51-54; 1 Ts. 4:13-17; Jo 5:28 e 29; Ap. 20:1-10; Rm. 8:35-39; Jo 5:24

27 – O Milênio e o Fim do Pecado

O milênio é o reinado de mil anos de Cristo com Seus santos no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreição. Durante esse tempo serão julgados os ímpios mortos, a Terra estará completamente desolada, sem habitantes humanos com vida, mas ocupada por Satanás e seus anjos. No fim desse período, Cristo com Seus Santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade, mas fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O Universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores. Textos Bíblicos: Ap. 20; 1 Co. 6:2 e 3; Jr. 4:23-26; Ap. 21:1-5;Ml. 4:1; Ez. 28:18 e 19;2 Ts. 1:7-9; Ap. 19:17, 18 e 21; 2 Pe. 2:4

28 – A Nova Terra

Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria e aprendizado eternos, em Sua presença. Pois aqui o próprio Deus habitará com o Seu povo, e o sofrimento e a morte terão passado. O grande conflito estará terminado e não mais existirá pecado. Todas as coisas, animadas e inanimadas, declararão que Deus é amor e Ele reinará para todo o sempre. Amém. Textos Bíblicos: 2 Pe. 3:13; Is. 35; Is. 65:17-25; Mt. 5:5; Ap. 21:1-7; Ap. 22:1-5; Ap. 11:15


Extraído do site: https://iasdcentralvitoria.com.br/



sábado, 17 de janeiro de 2026

O PODER DO HÁBITO NA FORMAÇÃO DO CARÁTER

 


A tarefa mais importante que os pais devem desenvolver em relação a seus filhos é, sem dúvida, a formação de um caráter reto. “Um bom caráter é mais precioso que posses mundanas, e a obra de formá-lo é mais nobre obra na qual se possa empenhar os homens.” Mente, Caráter e Personalidade, vol. 2, p. 545

“Uma Comissão Divina aos Pais – Deus tem dado aos pais o seu trabalho: formar o caráter dos filhos segundo o Modelo divino. Por Sua graça poderão realizar a tarefa; mas isso exigirá esforço paciente e consciencioso, não menos que firmeza e decisão para guiar a vontade e restringir as paixões.” Signs of the Times, 24 de novembro de 1881.

A vida de Daniel é uma ilustração inspirada do que constitui a formação de um caráter santificado: “Os pais de Daniel haviam-no educado em sua infância em hábitos de estrita temperança. Haviam-lhe ensinado que se devia harmonizar em todos os seus hábitos com as leis da natureza; que a maneira por que ele comia e bebia tinha direta influência sobre sua natureza física, mental e moral, e que ele era responsável para com Deus por seus dons.” E.G. White, Temperança, pp. 190, 191

Há uma relação estreita entre o caráter e os hábitos. “Uma vez formados, os hábitos tornam-se cada vez mais firmemente arraigados no caráter.” E. G. White, Manuscrito 69, 1897

A formação do caráter é como a construção de uma casa, onde cada tijolo é colocado cuidadosamente, sendo que cada tijolo representa um hábito. Podem ser hábitos bons ou maus. Muitas vezes observam-se rachaduras. É evidência de que os tijolos são de má qualidade ou foram mal colocados. Esses hábitos daninhos devem ser corrigidos, senão a casa cairá quando a tempestade da prova a açoitar.

Como se formam os maus hábitos?

“É pela repetição de atos que se formam os hábitos e o caráter é confirmado.” E. G. White, Signs of the Times, 6 de agosto de 1912.

“O que uma vez nos aventuramos a fazer, somos mais aptos para fazer outra vez.” Orientação da Criança, p. 200.

Algumas atitudes equivocadas de nossos filhos podem nos parecer “inocentes” e até divertidas quando eles são pequenos, mas na realidade estão se formando hábitos que os destruirão. Devemos frear o quanto antes qualquer ato que mostre orgulho, esbanjamento, ostentação e egoísmo.

“O que a criança vê e ouve produz impressões profundas na mente tenra que nenhuma circunstância posterior da vida poderá desfazer completamente. O intelecto está agora tomando forma e os afetos recebendo direção e força. Atos repetidos em dado sentido tornam-se hábitos. Esses podem ser modificados por uma educação severa, na vida posterior, mas raras vezes são mudados.” E. G. White, Orientação da Criança, p. 200.

O tempo para estabelecer hábitos.

“É em grande medida nos primeiros anos que o caráter é formado.” E. G. White, Christian Temperance and Bible Hygiene [Temperança Cristã e Higiene Bíblica], p. 45

Os filhos que em tenra idade receberam uma influência errônea do lar levarão consigo hábitos errôneos por toda a sua vida.

O Rei Saul representa um triste exemplo do poder dos maus hábitos adquiridos durante a primeira parte de sua vida, não havia aprendido a submeter-se a Deus, e quando ocupou a posição de rei, não tinha as faculdades frescas e livres para seguir um caminho reto. Por outro lado, “uma criança pode receber instrução religiosa saudável, mas se os pais, os professores ou os tutores permitem que seu caráter se torça devido a um mau hábito, esse hábito, se não é vencido, se converterá num poder predominante, e a criança está perdida.” E. G. White, Testemunhos para a Igreja, vol. 5, p. 50

Alguns pais equivocadamente pensam que seus filhos são muito pequenos para corrigi-los e definir hábitos retos, mas quanto antes melhor. Este foi o erro de Eli, de não administrar sua casa desde cedo. Ele foi indulgente com seus filhos e com freqüência passou por alto as faltas e pecados em sua meninice, pensando que ao crescer melhorariam seu comportamento, mas equivocou-se. Suas tendências malignas foram fortalecidas e depois já era muito tarde. Uma declaração impressionante desta situação está em PP, na p. 625, 626: “São muito novos para serem castigados. Esperemos que fiquem mais velhos, e possamos entender-nos com eles. Assim os maus hábitos são deixados a se fortalecerem até que se tornam uma segunda natureza. Os filhos crescem sem sujeição, com traços de caráter que são para eles uma maldição por toda a vida, e que podem reproduzir-se em outros.”

Os maus hábitos se formam mais facilmente que os bons.

O ser humano já nasce defeituoso, com tendências naturais a fazer o mal. É mais fácil para uma criança aprender coisas más que boas. “Os maus hábitos se acolhem mais facilmente no coração natural, e as coisas que se vêem e ouvem na infância e na meninice se imprimem profundamente na mente.” (Pacific Health Journal, setembro de 1897) Por exemplo, os primeiros hábitos que devem se formar na primeira infância têm a ver com os assuntos espirituais, higiênico-culturais, alimentares e de mesa. E geralmente é nessa etapa que mais facilmente se aprende a comer coisas que não são úteis (como sorvetes, batatas fritas, refrigerantes etc.) que comidas saudáveis. Por isso a importância de impressionar suas mentes educando-os exatamente no contrário ao mal. Isso não ocorre por acaso. Requer esforço, perseverança e paciência.

“Na infância e mocidade, o caráter é extremamente impressionável. Deve ser adquirido então o domínio próprio. Exercem-se, no círculo de família, ao redor da mesa, influências cujos resultados são duradouros como a eternidade. Acima de quaisquer dotes naturais, os hábitos estabelecidos nos primeiros anos decidem se a pessoa será vitoriosa ou vencida na batalha da vida.” O Desejado de Todas as Nações, p. 75.

Pais vigilantes

“Os hábitos de sobriedade, domínio próprio, economia, minuciosa atenção, conversa sadia e sensata, paciência e verdadeira cortesia não se formam sem vigilância diligente e contínua sobre o eu.” Orientação da Criança, p. 200.

Publicado em  por Blog Sétimo Dia

sábado, 8 de março de 2025

HAVERÁ ALGO EM QUE CONFIAR?

 GUIA DE ESTUDO Nº 1


Haverá algo em que Confiar?

Nestes tempos de moralidade dúbia – Quando bilhões são fraudulentamente desviados, quando confiáveis líderes espirituais se provam falsos, quando a mentira parece ser a regra geral na política, quando aqueles em quem mais confiamos são os que mais nos machucam, Há qualquer coisa em que você pode confiar? Sim! Você pode confiar plenamente na Bíblia! Por quê? Basta dar uma olhada nas provas…

1. O que a Bíblia afirma sobre si mesma?

A Bíblia diz: “Toda a Escritura é inspirada por Deus” (2 Timóteo 3:16). “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1:21). “a Escritura não pode ser anulada” (João 10:35).

R: Ela afirma ser inspirada. Ela foi escrita por homens que foram guiados pelo Espírito Santo. Não pode ser anulada ou provada falsa.

2. Como Jesus demonstrou Sua confiança e crença nas Escrituras?

Jesus disse: “Está escrito: Nem só de pão viverá o homem”. “Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus”. “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Mateus 4:4, 7, 10). “A tua palavra é a verdade” (João 17:17).

R: Jesus citou as Escrituras quando encontrou as tentações de Satanás. Ele também afirmou que a Bíblia é a verdade (João 17:17). Com freqüência, Jesus citou as Escrituras como autoridade para a verdade que Ele estava ensinando.

3. As profecias da Bíblia confirmam sua inspiração?

“Eu sou o Senhor…novas coisas eu vos anuncio; antes que venham à luz, vo-las faço ouvir” (Isaías 42:8, 9). “Eu sou Deus … que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antigüidade as coisas que ainda não sucederam” (Isaías 46:9, 10).

R: As predições da Bíblia de coisas à aconter no futuro confirmam a inspiração das Escrituras quando se cumprem. Observe os seguintes exemplos de profecias cumpridas da Bíblia:

A. Surgimento de quatro impérios mundiais: Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma (Daniel capítulos 2, 7, 8).

B. Ciro haveria de conquistar a Babilônia (Isaías 45:1-3).

C. Após a destruição da Babilônia, ela jamais seria habitada novamente (Isaías 13:19, 20; Jeremias 51:37).

D. O Egito nunca mais teria uma posição de liderança entre as nações (Ezequiel 29:14, 15; 30:12, 13).

E. Calamidades sacudiriam a Terra e trariam temor em relação ao fim dos tempos (Lucas 21:25, 26).

F. A degeneração moral e o declínio da espiritualidade nos últimos dias (2 Timóteo 3:1-5).

4. Podemos esperar respostas científicas precisas na Bíblia?

A Bíblia diz: “A tua palavra é a verdade desde o princípio” (Salmo 119:160). “O Espírito… Vos guiará a toda a verdade.” (João 16:13).

R: Sim, a Bíblia é verdadeira. O Espírito Santo, que guiou os escritores da Bíblia, fala sempre a verdade. Aqui estão algumas afirmações da Bíblia que foram confirmadas pela ciência:

A. “Ele… suspende a terra sobre o nada” (Jó 26:7). Este fato científico é de Jó, o mais antigo livro da Bíblia.

B. “Ele… Está assentado sobre o círculo da terra” (Isaías 40:22). A Bíblia disse que a terra era redonda séculos antes do homem descobrir.

C. “regulou o peso dos ventos” (Jó 28:25). Muito antes de os cientistas saberem disso, Deus disse que o ar tem peso. “…nele [Jesus] subsistem todas as coisas” (Colossenses 1:17). A palavra “subsiste” aqui significa literalmente “se mantém juntas” ou em “coesão”. Esta é a resposta para a inquietante pergunta de físicos nucleares sobre o átomo. O verdadeiro mistério do átomo não é o seu incrível poder, mas “Por que não se decompõem ou se desintegra?” A ciência diz que deveria desintegrar-se, mas não é assim. Alguns cientistas se maravilham ante essa força desconcertante completamente desconhecida para eles, a qual não permite que o átomo se desintegre. A Bíblia diz que esse poder provém do Criador, o próprio Deus.

5. Estão os princípios bíblicos de saúde em sintonia com o século XX?

Resposta:

A. Cobrir os dejetos humanos com terra (Deuteronômio 23:12, 13).
O Mandato bíblico dos tempos de Moisés em relação aos resíduos humanos serem enterrados, estava uns 3500 anos à frente dos princípios de higiene e provavelmente salvaram milhares de vidas do povo judeu. Se não observassem os princípios corretamente poderiam surgir graves problemas de saúde.

B. “não nos prostituamos” (1 Coríntios 10:8). A palavra “prostituir” aqui significa todos os tipos de conduta sexual imoral. Não haveria epidemia de AIDS, se este conselho bíblico fosse obedecido, nem o aborto seria o escândalo internacional que é hoje.

C. Fique longe das bebidas alcóolicas (Provérbios 23:29-32).
Se esta solução bíblica extremamente eficaz fosse implementada, pense no que isso significaria:

1. Milhões de alcólotras se tornariam cidadãos sóbrios e respeitáveis.
2. Milhões de família seriam reunidas.
3. Milhões de lares desfeitos seriam restaurados.
4. Milhões de mortes no trânsito seriam evitadas.
5. Líderes do governo, empresários e profissionais tomariam decisões acertadas.
6. Bilhões de dólares estariam disponíveis para uso humanitário.

Nota: Deus não somente nos diz como triunfar com alegria em meio aos problemas angustiantes de hoje, mas Ele também nos dá o poder milagroso para fazê-lo (1 Coríntios 15:57, Filipenses 4:13, Romanos 1:16). Os princípios bíblicos de saúde são relevantes e desesperadamente necessários, mas poucos são os que prestam atenção neles. (Para mais informações sobre saúde, consulte o Guia de Estudo 13).

6. As afirmações históricas da Bíblia são precisas?

A Bíblia diz: “Eu, o Senhor falo a verdade, eu declaro o que é certo.” (Isaías 45:19, RSV).*

R: Sim, as declarações históricas da Bíblia são exatas. O que Deus diz em seu livro é verdadeiro. Às vezes, temporariamente, evidências não podem ser encontradas para justificar certos fatos históricos da Bíblia, mas com o tempo as provas acabam surgindo. Observe o seguinte:

A. Por anos os céticos disseram que a Bíblia não era confiável porque ela cita a nação hitita (Deuteronômio 07:01) e cidades como Nínive (Jonas 1:1, 2) e Sodoma (Gn 19:1), que eles negam terem existido. Mas agora a arqueologia moderna confirmou que as três existiram realmente.

B. Os críticos também disseram que a Bíblia mencionava reis como Belsazar (Daniel 5:1) e Sargão (Isaías 20:1), os quais segundo eles nunca existiram. Mais uma vez, foi agora confirmado que eles existiram realmente.

C. Os céticos disseram também que o registro bíblico de Moisés não era confiável porque mencionam a escritura (Exodo 24:4) e veículos com rodas (Exodo 14:25), que supunham ser inexistentes. Hoje sabemos que não é assim.

D. Ao mesmo tempo os 39 reis de Israel e Judá que reinaram durante o reino dividido apareciam somente no registro bíblico, assim os críticos acusaram de terem sido fabricados. Mas, então, os arqueólogos encontraram registos cuneiformes que mencionavam muitos desses reis e, mais uma vez, a Bíblia foi provada precisa. Os críticos têm sido repetidamente desmentidos, conforme novas descobertas surgem confirmando a existência de pessoas, lugares e eventos. Vai ser sempre assim.

* Versão Padrão Revisada da Bíblia (C) 1946, 1952, 1971 pela Divisão de Educação Cristã do Conselho Nacional das Igrejas de Cristo nos EUA. Usado com permissão.

7. Um dos maiores milagres da Bíblia é a sua unidade. Por favor, pondere os seguintes fatos surpreendentes:

A. Os 66 livros da Bíblia foram escritos:

1. Em três continentes.
2. Em três idiomas.
3. Por cerca de 40 pessoas diferentes (reis, pastores, cientistas, advogados, um general do exército, pescadores, sacerdotes, e um médico).
4. Durante um período de cerca de 1.500 anos.
5. Sobre os assuntos mais controversos.
6. Por pessoas que, na maioria dos casos, nunca se conheceram.
7. Por autores cuja formação e experiência eram muito diferentes.

B. No entanto, embora pareça totalmente inconcebível;

1. Os 66 livros mantém uma grande harmonia entre si.
2. Muitas vezes, novos conceitos sobre um tema são expressos, mas esses conceitos não contradizem o que outros escritores da Bíblia disseram sobre o mesmo assunto.

C. Algo surpreendente

Peça às pessoas que tenham visto um evento idêntico fornecerem cada uma um relatório do que aconteceu. Eles diferirão amplamente e serão de alguma forma, quase sempre contraditórios. Contudo, a Bíblia, escrita por 40 escritores num período de 1.500 anos, é lida como se fosse escrita por uma grande mente. E, de fato, foi: “Homens santos falaram da parte de Deus conforme eram movidos pelo Espírito Santo”. (2 Pedro 1:21). O Espírito Santo “inspirou” a todos eles. Ele é o real autor da Bíblia. Os quatro Evangelhos as vezes diferem na maneira de relatar um mesmo evento, mas eles se complementam uns aos outros.

8. Que evidências da inspiração da Bíblia é evidente na experiência dos convertidos?

A Bíblia diz: “Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17).

R: A vida transformada de quem segue a Jesus e obedece as Escrituras são a prova mais confortante da inspiração da Bíblia. O bêbado torna-se sóbrio; o imoral torna-se puro, o viciado torna-se uma pessoa livre, o profano torna-se reverente, o covarde torna-se valente, e o rude torna-se amável.

Um cético americano visitou uma ilha cujos habitantes haviam sido canibais. Quando viu um homem velho lendo a Bíblia, o ridicularizou por ler “um livro cheio de mitos que haviam sido superados “. O nativo sorriu e disse: “Meu amigo, seja grato que nós acreditamos neste livro. Caso contrário, você estaria sendo servido no jantar.” A Bíblia realmente transforma as pessoas, e este fato assombroso confirma sua inspiração.

9. Que evidências a favor da inspiração da Bíblia surge quando comparamos as profecias messiânicas do Antigo Testamento com os eventos da vida de Jesus no Novo Testamento?

A Bíblia diz: “E, começando por Moisés, e por todos os profetas, [Jesus] explicou-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras” (Lucas 24:27). “Pois com grande poder [Apolo] refutava publicamente os judeus, demonstrando pelas escrituras que Jesus era o Cristo” (Atos 18:28).

R: As predições do Antigo Testamento sobre a vinda do Messias foram cumpridas por Jesus de Nazaré de uma forma específica e clara. O próprio Jesus e, mais tarde Apolo utilizaram essas profecias para provar aos judeus que Jesus era realmente o Messias. Existem mais de 125 dessas profecias. Vamos analisar apenas doze delas:

ProfeciaPassagem do Antigo TestamentoCumprimento no Novo Testamento
01. Nasceria em BelémMiquéias 5:2Mateus 2:1
02. Nasceria de uma virgemIsaías 7:14Mateus 1:18-23
03. Seria da Linhagem de DaviJeremias 23:5Apocalipse 22:16
04. Herodes tentaria matá-loJeremias 31:15Mateus 2:16-18.
05. Seria traído por um amigoSalmo 41:9João 13:18, 19, 26
06. Vendido por 30 moedas de prataZacarias 11:12Mateus 26:14-16
07. CrucificadoZacarias 12:10João 19:16-18, 37
08. Lançariam sortes sobre suas roupasSalmo 22:18Mateus 27:35
09. Não quebrariam seus ossosSalmo 34:20, Êxodo 12:46João 19:31-36
10. Enterrado no túmulo de um ricoIsaías 53:9Mateus 27:57-50
11. Ano, dia e hora de Sua morteDaniel 9:26, 27; Êxodo 12:6Mateus 27:45-50
12. Ressuscitado ao terceiro diaOséias 6:2Atos 10:38-40

O Dr. Peter Stoner, ex-diretor do Departamento de Matemática e Astronomia da Faculdade de Engenharia, em Pasadena, na Califórnia, trabalhou com a ajuda de 600 estudantes ao longo de vários anos para aplicar os “princípios de probabilidade” às profecias sobre a vinda do Messias. Eles escolheram apenas oito de todas elas, e finalmente concluiram que a possibilidade de que as oito se cumprissem na vida de um homem seria de uma em 1,000,000,000,000,000,000,000, 000,000,000,000. Qual seria a probabilidade de se cumprirem mais de 125 profecias sobre o Messias? Simplesmente impossível !

10. Que grande vantagem tem uma pessoa que aceita a Bíblia como a Palavra Inspirada de Deus?

A Bíblia diz: “Sou mais entendido do que os velhos, porque tenho guardado os teus preceitos” (Salmo 119:100). “me fazes mais sábio do que os meus inimigos” (Salmo 119:98). “Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são…os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos” (Isaías 55:9).

R: Uma pessoa que aceita a Palavra de Deus em breve saberá as respostas para muitos desafios complexos que os estudiosos seculares não conseguem explicar. Por exemplo, a Bíblia ensina que:

A. Deus criou a Terra e todos os organismos vivos em seis dias literais, de 24 horas (Êxodo 20:11; Salmos 33:6, 9).

B. O mundo foi destruído por um dilúvio mundial (Gênesis, Capítulos 6-8).

C. Os Diferentes idiomas do mundo começaram na Torre de Babel (Gênesis 11:1-9).

Deus, que sempre existiu e sabe tudo, compartilhou as três verdades acima conosco, reconhecendo que nunca poderíamos entendê-las sozinhos. Agora conhecemos apenas “em parte” (1 Coríntios 13:9). E o conhecimento de Deus é “insondável” (Romanos 11:33). Os evolucionistas nunca saberão a idade da terra, porque ela foi criada com idade aparente, como Adão e Eva. O casal tinha apenas um dia de vida mas tinha a aparência de serem maduros. Os instrumentos de medição do Homem não podem resolver o problema da “idade aparente” uma vez que em tais casos, não são confiáveis nem exatos. Acredite na Bíblia e você estará sempre um passo além da especulação dos estudiosos seculares e daqueles que são sábios segundo o mundo.

11. Que eventos mundiais cruciais têm destacado o poder e a relevância da Bíblia?

R: O fracasso e o colapso do comunismo, e a fraqueza e inconsistência da teoria da evolução desencadearam um novo interesse pela Bíblia.

Nota: A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas provou o comunismo, o ateísmo e a evolução, um princípio vital por trás do marxismo. Todos falharam. As novas democracias resultantes reconhecem que só uma coisa funciona e a pedem ao cristianismo: “Tragam-nos a Bíblia, e as pregações e ensinos cristãos. Por favor, não nos faça esperar! Queremos e precisamos desesperadamente da Bíblia, de Deus e do cristianismo agora.” Mais uma vez a Palavra de Deus prevalece.

A evolução, como o comunismo, está perdendo sua força e credibilidade. Devemos lembrar que apenas se trata de uma teoria frágil que não pode ser demonstrada. Mencionaremos apenas três coisas:

1. O livro de Robert Gentry, Creation’s Tiny Mystery [O pequeno mistério da criação], abalou muitos evolucionistas com provas simples e claras de uma criação imediata.

2. A recente demonstração que tem feito a Biologia Molecular da vasta complexidade de uma célula, faz com que a teoria da origem acidental da vida a partir de uma única célula seja matematicamente absurda.

3. As grandes diferenças nas idades das camadas de rocha observadas no Grand Canyon, segundo as medições científicas atuais, em contraste com as idades anteriormente designadas, faz com que os evolucionistas e seus cálculos anteriores pareçam absurdos e irresponsáveis. A teoria ateísta da evolução que diz que homens e macacos provém de um ancestral comum, degrada o conceito de que o homem foi criado à imagem de Deus. A mesma teoria nega a existência de Deus, rejeita totalmente a Jesus como o Salvador, desconhece a Bíblia e ridiculariza a verdade de um lar eterno no céu. Satanás é claro apoia a teoria da evolução porque ela destrói a credibilidade da salvação.

12. Por que a Bíblia tem um apelo tão universal?

A Bíblia diz: “Lâmpada para os meus pés é tua palavra” (Salmo 119:105). “Estas coisas vos tenho dito, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo” (João 15:11). “Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou” (Gênesis 1:27). “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16). “E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” 9joão 14:3).

R: Porque responde as questões mais complexas da vida:

A. De onde vim? Deus nos criou à Sua imagem. Não surgimos acidentalmente como gotas anônimas de um caldo primitivo. Somos filhos e filhas de Deus, o poderoso Rei do Universo (Gálatas 3:26). Somos tão preciosos para Deus (Isaías 13:12) que, quando Adão e Eva pecaram, Ele ofereceu o Seu Filho para morrer e pagar a pena pelos nossos pecados, para que pudéssemos ser livres. Ele quer restaurar-nos a Sua imagem para em seguida nos levar de volta ao Éden, o lar perdido por Adão e Eva.

B. Por que estou aqui? O objetivo de nossa vida deve ser descobrir as maravilhosas respostas da Bíblia aos maiores desafios da vida e aceitar a oferta de Jesus de nos restaurar à Sua imagem (Romanos 8:29).

C. O que o futuro reserva para mim? Nós não temos que adivinhar o futuro. Jesus logo virá para conduzir o seu povo para o fabuloso lar que Ele tem nos preparado no céu. Ali viveremos com ele para sempre desfrutando de alegria infinita e suprema felicidade (João 14:3, Apocalipse 21:3-4).

13. Agradeço a Deus por ter me dado respostas positivas às complexas questões da vida.

Resposta: _______

Guia de Estudo extraído do site Amazing Facts. Crédito da Tradução: Blog Sétimo dia https://setimodia.wordpress.com/