quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

"PERDÃO E SALVAÇÃO"


“Qual é a nossa iniquidade, qual é o nosso pecado, que cometemos contra o Senhor, nosso Deus?” (Jeremias 16:10)
O homem ao pecar transgride a lei de Deus, não existe pecado que não seja a violação dos princípios desta lei (Êxodo 20:3-17), sendo a morte a consequência por esse ato.1 E nada que o pecador ofereça de si mesmo pode pagar a dívida de sua transgressão. No entanto, ao reconhecer o seu erro (unicamente pela atuação do Espírito Santo),2 ele proporciona condições para que se inicie o processo de arrependimento(a)que o conduzirá ao perdão.
Esse perdão é concedido quando alguém deposita o seu pecado no sacrifício de Jesus ocorrido na cruz do Calvário, e não porque tenha algum direito inerente sobre isso (Isaías capítulo 53João 1:29). Senão fosse a intervenção de Cristo ao morrer em nosso lugar (por causa de nossas transgressões), não teríamos nenhuma possibilidade de remissão e pereceríamos. É esta inigualável oportunidade concedida por Deus que a Bíblia chama de “graça“; e revela o Seu inexplicável amor pela humanidade (João 3:16-17). Por estes motivos é que a graça requer fé alicerçada em Jesus, qualquer outra forma de confiança é inútil e ofensiva para Deus (Romanos 9:30-33João 14:6I João 2:1-2).
graça promove também a tranquilidade de espírito ao eliminar a aflição ocasionada pelo sentimento de culpa. Esta garantia de estar livre tanto da penalidade quanto da angústia pelo pecado cometido, habilita o indivíduo a se reconciliar com Deus, pois, nele prevalece a certeza que os obstáculos que os separavam não mais existem (Isaías 1:18Isaías 43:25-26Miquéias 7:18-19). E, ao mesmo tempo que concede-se o perdão, proibi-se o retorno às práticas pecaminosas. As palavras de Cristo quanto a isso são: “Vai e não peques mais.” (João 8:11). Porém, isso não retira a liberdade de alguém envolver-se novamente com o pecado, ou seja, de voltar a pecar contra a lei de Deus, optando deste modo pelo caminho da perdição(b).
O perdão recebido não anula a obediência aos preceitos da lei.3 É inconcebível alguém professar seguir a Cristo e ao mesmo tempo desrespeitar os Seus mandamentos.4 Tal atitude anula a oportunidade de herdar a vida eterna. Perdão e salvação são coisas distintas. Perdão é a absolvição, é a remissão da penalidade por transgredir a lei de Deus, ou seja, é a aplicação imediata da graça quando ocorre o arrependimento e aceitação do sacrifício de Jesus para quitar o pecado. Salvação é permanecer em comunhão com Deus através da fé em Cristo e obediência aos Seus mandamentos após receber o perdão (Apocalipse 14:12 cf I João 2:1-4).
Em última análise salvação é a permanência na graça. É manter atuante ou válido o perdão recebido evitando a pratica do mal. O pecador pode ser perdoado várias vezes de seus maus atos e nunca obter a salvação se abandonar o que lhe é exigido –  e obediência (Ezequiel 33:12-16 cf Mateus 7:22-23).
O erro mais comum no cristianismo é imaginar que o perdão (concedido pela graça), ou, a fé (no sacrifício de Cristo) anulam a obediência à lei. Satanás é o originador deste desprezível ensino e muitos iludidos por seus sofismas descartam os Dez Mandamentos como – um dos – requisitos para alcançar a salvação, e assim trilham em direção a ruína na qual ele esta condenado (Apocalipse 12:17Apocalipse 22:14-15).
Deus através de Sua graça perdoa, habilita e guia o pecador arrependido rumo a vida eterna; não existe outro meio para atingir este objetivo (Efésios 2:8-9 cf Atos 15:11). Acolhido pela graça, o pecador é auxiliado a manter a fé em Jesus e a obedecer aos Seus mandamentos. Sem esta ajuda divina não haveria chance alguma de alguém, após receber o perdão, permanecer no caminho da salvação.
O próprio Cristo esclareceu esta questão ao declarar que para obter a vida eterna (salvação) é necessário obedecer aos Dez Mandamentos (Mateus 19:16-22)(c). E este ensino é muitíssimo claro, não há possibilidade de alguém ter acesso ao Seu reino, ignorando a Sua lei que proíbe: blasfemar o nome de Deus, criar e adorar imagens, matar, roubar, desonrar os pais, adulterar; enfim, não existe condição alguma de alguém receber a vida eterna enquanto intencionalmente permanece transgredindo algum mandamento do Decálogo (cf Tiago 2:10-12). A graça e a  não são permissões para negligenciar a lei de Deus(d), mas, frequentemente são citadas como pretexto para justificar os pecados cometidos conscientemente contra ela.
“Perante o crente é apresentada a maravilhosa possibilidade de ser semelhante a Cristo, obediente a todos os princípios da lei. Mas por si mesmo é o homem absolutamente incapaz de alcançar esta condição. A santidade que a Palavra de Deus declara dever ele possuir antes que possa ser salvo, é o resultado da operação da divina graça, ao submeter-se à disciplina e restritoras influências do Espírito de verdade. A obediência do homem só pode ser aperfeiçoada pelo incenso da justiça de Cristo, o qual enche com a divina fragrância cada ato de obediência. A parte do cristão é perseverar em vencer cada falta. Constantemente deve orar para que o Salvador sare os distúrbios de sua alma enferma do pecado. Ele não tem sabedoria ou a força para vencer; isso pertence ao Senhor, e Ele os outorga a todos os que em humildade e contrição dEle buscam auxílio.”5
Em relação a fé em Cristo, o outro requisito extremamente importante para conquistar a salvação, pois “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11:6); seria ela suficiente para herdar a vida eterna? “Se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo?” (Tiago 2:14). Em Tiago capítulo 2, tem-se o nítido ensino da interdependência entre a fé em Jesus e as obras decorrentes da obediência da lei. Estas obras são na realidade os resultados do amor em seguir a Deus (João 14:15-21I João 5:1-5II João 1:4-6).
A quebra dessa relação, “fé e obras”, pode ser exemplificada pela atitude dos demônios(e) que crêem em Deus e tremem (Tiago 2:19 cf Lucas 4:41) mas, se desviaram da conduta de vida estabelecida por Ele. Serão salvos porque acreditam em Deus? De modo algum! Embora eles estejam convictos do poder do Criador e conheçam os propósitos de Sua lei, optaram em obedecer a Satanás (Apocalipse 12:9 cf Isaías 14:12-14Ezequiel 28:12-19). As obras desses demônios revelam o caráter que desenvolveram e que domina suas vidas. Neste aspecto, a atitude deles não difere do comportamento dos cristãos que professam acreditar no poder e autoridade de Deus mas, na prática, recusam-se em seguir as orientações de vida determinadas pelos mandamentos de Sua lei (Isaías 24:4-6 cf Apocalipse 20:12-13Apocalipse 22:12). Apresentam uma “fé” vazia, contraditória e incapaz de testemunhar a favor deles (Tiago 2:17 cf Romanos 2:13). Na verdade, a grande maioria mantém apenas a convicção de que Deus existe e, que Jesus foi morto na cruz do Calvário(f). Isso não é a fé exigida pela graça; não é a fé que motiva o pecador a obedecer a Deus. A verdadeira fé conduz o pecador arrependido a submeter-se aos caminhos estabelecidos por Deus independente das circunstâncias.
Considerações Finais
Embora a Bíblia apresente as condições para que o pecador obtenha o perdão e, consequentemente alcance a salvação, sempre surgirá alegações contrarias à elas por partes daqueles que não desejam um compromisso verdadeiro com Deus; estarão a sustentar uma “fé” que atenda as suas necessidades particulares e, ardorosamente, se apoiarão em teorias humanas para amenizar suas consciências quando o Decálogo lhes apontar seus respectivos pecados (cf Marcos 7:7-9II Timóteo 4:3-4).
Quanto a crença que cada um sustenta, Paulo declara: “A fé que tens, tem-na para ti mesmo perante Deus. Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova” (Romanos 14:22).

a. Sem o arrependimento é impossível obter o perdão e, na ausência deste, não há possibilidade de salvação (II Coríntios 7:10; Salmos 32:1-5).
b. É por meio do Espírito Santo que o pecador reconhece, arrepende-se, roga por perdão e evita as más obras. Quando as Suas orientações são ignoradas perde-se os meios pelas quais estas virtudes são alcançadas. O santo Espírito trabalha constantemente para direcionar o pecador numa vida de retidão (de acordo com a vontade de Deus expressa em Sua lei). Entretanto, Ele abandona todo aquele que insistentemente evita Suas instruções, deixando-o a mercê de suas próprias escolhas pecaminosas; as quais inevitavelmente o conduzirá a morte eterna. Este ato de ignorar o Espírito Santo caracteriza-se como uma blasfêmia contra Ele, e para este crime não há perdão (Mateus 12:32-33; Marcos 3:29).
e. Anjos caídos que serviram e estiveram face-a-face com Deus (Apocalipse 12:7-9).
f. Acesse: Finda-se o Tempo (em: Graça: Fé e Obediência).
1. I João 3:4; Romanos 4:15; Romanos 7:7 cf Romanos 3:19-20; I Coríntios 15:56.
2. João 16:7-11; Atos 7:51; Tito 3:4-7.
3. Romanos 6:15 cf I João 5:1-4, I João 2:3-4, Provérbios 28:9.
4. Romanos 3:31; I João 5:1-5; João 14:12-15, 21; II João 1:4-6 (cf Deuteronômio 6:5 e Levítico 19:18); Hebreus 8:10-12; Hebreus 10:16-17.
5. WHITE, E. G. Atos dos Apóstolos, sec. V, cap. 52, p. 532.

"A OBEDIÊNCIA DE CAIM E ABEL"


Caim e Abel, filhos de Adão, diferiam grandemente em caráter. Abel tinha um espírito de fidelidade para com Deus; via justiça e misericórdia nos cuidados que o Criador tinha com a raça decaída, e com gratidão aceitou a esperança da redenção. Caim, porém, acariciava sentimentos de rebeldia, murmurava contra Deus por causa da maldição pronunciada sobre a Terra e sobre o gênero humano, em virtude do pecado de Adão. Permitiu que a mente se deixasse levar pelo mesmo conduto que determinara a queda de Satanás, condescendendo com o desejo de exaltação própria, pondo em dúvida a justiça e autoridade divinas.
Esses irmãos foram provados, assim como o fora Adão antes deles, para mostrar se creriam na Palavra de Deus e obedeceriam à mesma. Estavam cientes da providência tomada para a salvação do homem, e compreendiam o sistema de ofertas que Deus ordenara. Sabiam que nessas ofertas deveriam exprimir fé no Salvador a quem tais ofertas tipificavam, e ao mesmo tempo reconhecer sua total dependência dEle, para o perdão; e sabiam que, conformando-se assim ao plano divino para a sua redenção, estavam a dar prova de sua obediência à vontade de Deus. (…)
Os dois irmãos de modo semelhante construíram seus altares, e cada qual trouxe uma oferta. Abel apresentou um sacrifício do rebanho, de acordo com as instruções do Senhor. “E atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta.” (Gênesis 4:4-5). Lampejou o fogo do Céu, e consumiu o sacrifício. Mas Caim, desrespeitando o mandado direto e explícito do Senhor, apresentou apenas uma oferta de frutos. Não houve sinal do Céu para mostrar que era aceita. Abel instou com seu irmão para aproximar-se de Deus da maneira divinamente prescrita; mas seus rogos apenas tornaram Caim mais decidido a seguir sua própria vontade. Sendo mais velho, achava que lhe não condizia ser aconselhado por seu irmão, e desprezou o seu conselho.
Caim veio perante Deus com íntima murmuração e incredulidade, com respeito ao sacrifício prometido e necessidade de ofertas sacrificais. Sua dádiva não exprimia arrependimento de pecado. Achava, como muitos agora, que seria um reconhecimento de fraqueza seguir exatamente o plano indicado por Deus. (…) Quanto ao nascimento e instrução religiosa, esses irmãos eram iguais. Ambos eram pecadores e ambos reconheciam o direito de Deus à reverência e adoração. Segundo a aparência exterior, sua religião era a mesma até certo ponto; mas, além disto, a diferença entre os dois era grande.
“Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim.” (Hebreus 11:4). Abel apreendeu os grandes princípios da redenção. Viu-se como um pecador, e viu o pecado e sua pena de morte entre sua alma e a comunhão com Deus. Trazia morta a vítima, aquela vida sacrificada, reconhecendo assim as reivindicações da lei, que fora transgredida. Por meio do sangue derramado olhava para o futuro sacrifício, Cristo a morrer na cruz do Calvário; e, confiando na expiação que ali seria feita, tinha o testemunho de que era justo, e de que sua oferta era aceita. Caim tivera, como Abel, a oportunidade de saber e aceitar estas verdades. Não foi vítima de um intuito arbitrário. Um irmão não fora eleito para ser aceito por Deus, e o outro para ser rejeitado. Abel escolheu a fé e a obediência; Caim, a incredulidade e a rebeldia. Nisto consistia toda a questão. (…)
A verdadeira fé, que confia inteiramente em Cristo, manifestar-se-á pela obediência a todos os mandamentos de Deus. Desde o tempo de Adão até o presente, o grande conflito tem sido com referência à obediência à lei de Deus. Em todos os séculos houve os que pretendiam ter direito ao favor de Deus, mesmo enquanto estavam a desatender algumas de Suas ordens. Mas as Escrituras declaram que pelas obras a “fé foi aperfeiçoada”, e que, sem as obras da obediência, a fé “é morta” (Tiago 2:14-26). Aquele que faz profissão de conhecer a Deus, “e não guarda os Seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade” (I João 2:4).
Quando Caim viu que sua oferta era rejeitada, ficou irado com o Senhor e com Abel; ficou irado de que Deus não aceitasse o substituto do homem em lugar do sacrifício divinamente ordenado, e irado com seu irmão por preferir obedecer a Deus a unir-se em rebelião contra Ele. Apesar do descaso de Caim pelo mandado divino, Deus não o deixou entregue a si; mas condescendeu em arrazoar com o homem que tão sem razão se mostrara. E o Senhor disse a Caim: “Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante?” (Gênesis 4:6). Por meio de um mensageiro angélico foi transmitida a advertência divina: “Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo.” (Gênesis 4:7). A escolha dependia unicamente de Caim. Se confiasse nos méritos do Salvador prometido, e obedecesse às ordens de Deus, desfrutaria de Seu favor. Mas, se persistisse na incredulidade e transgressão, não teria motivos de queixa por ser rejeitado pelo Senhor.
Mas, em vez de reconhecer o seu pecado, Caim continuou a queixar-se da “injustiça” de Deus, e acalentar inveja e ódio a Abel. Rancorosamente censurou seu irmão, e tentou arrastá-lo à controvérsia com respeito ao trato de Deus para com eles. Com mansidão, se bem que destemida e firmemente, Abel defendeu a justiça e bondade de Deus. Indicou o erro de Caim, e procurou convencê-lo de que a falta estava com ele. Acentuou a compaixão de Deus ao poupar a vida de seus pais, quando Ele os poderia ter punido com morte instantânea, e insistiu em que Deus os amava, ou então não haveria dado a Seu Filho, inocente e santo, para sofrer a pena em que eles tinham incorrido. Tudo isto fez com que a ira de Caim mais se acendesse.
A razão e a consciência lhe diziam que Abel tinha razão; mas ele estava enraivecido de que aquele que estivera acostumado a atender seus conselhos pretendesse agora discordar dele, e de que não pudesse ganhar simpatia em sua rebeldia. No furor de seu ódio, matou o irmão.
Caim odiou e matou o irmão, não por qualquer falta que Abel houvesse cometido, mas “porque as suas obras eram más, e as de seu irmão justas.” (I João 3:11-12). Assim, em todos os tempos os ímpios têm odiado os que eram melhores do que eles. A vida de Abel, de obediência e inabalável fé, era para Caim uma reprovação perpétua. “Todo aquele que faz o mal aborrece a luz, e não vem para a luz, para que suas obras não sejam reprovadas.” (João 3:20 cf Provérbios 28:4). Quanto mais brilhante for a luz celestial que se reflete do caráter dos fiéis servos de Deus, tanto mais claramente se revelam os pecados dos ímpios, e mais decididos serão seus esforços para destruir os que lhes perturbam a paz.
O assassínio de Abel foi o primeiro exemplo da inimizade que Deus declarou que existiria entre a serpente e a semente da mulher – entre Satanás e seus súditos, e Cristo e Seus seguidores. Por meio do pecado do homem, Satanás ganhara domínio sobre a raça humana, mas Cristo a habilitaria a sacudir este jugo. Quando quer que pela fé no Cordeiro de Deus uma alma renuncie o serviço do pecado, acende-se a ira de Satanás(a).
A vida santa de Abel testificava contra a pretensão de Satanás de que é impossível ao homem guardar a lei de Deus. Quando Caim, movido pelo espírito do maligno, viu que não podia dominar Abel, irou-se de tal maneira que lhe destruiu a vida. E onde quer que haja alguém que esteja pela reivindicação da justiça da lei de Deus, o mesmo espírito se manifestará contra ele. É o espírito que através de todos os séculos acendeu a fogueira ardente para os discípulos de Cristo. Essas crueldades amontoadas sobre os seguidores de Jesus são instigadas por Satanás e sua hoste, porque não podem eles obrigá-los a sujeitar-se ao seu domínio. É a cólera de um adversário vencido. Todo o mártir por Jesus morreu como vencedor. Diz o profeta: “Eles o venceram [aquela ‘antiga serpente, chamada o diabo, e Satanás’] pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte.” (Apocalipse 12:9-11).
Caim, o homicida, logo foi chamado para responder por seu crime. “E disse o Senhor a Caim: ‘Onde está Abel’, teu irmão? E ele disse: ‘Não sei: sou eu guardador de meu irmão?'” (Gênesis 4:9). Caim tinha avançado tanto no pecado que perdera a intuição da contínua presença de Deus e de Sua grandeza e onisciência. Assim recorreu à falsidade para esconder a sua culpa.
De novo diz o Senhor a Caim: “Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a Mim desde a terra.” (Gênesis 4:10). Deus dera a Caim oportunidade para confessar seu pecado. Tivera tempo para refletir. Compreendera a enormidade da ação que praticara, e da falsidade que proferira para a ocultar; mais ainda, foi rebelde, e a sentença não mais se adiou; a voz divina que tinha sido ouvida em solicitações e admoestações, pronunciou as terríveis palavras: “E agora maldito és tu desde a terra, que abriu a sua boca para receber da tua mão o sangue do teu irmão. Quando lavrares a terra, não te dará mais a sua força; fugitivo e vagabundo serás na Terra.” (Gênesis 4:11-12).
Apesar de Caim pelos seus crimes haver merecido a sentença de morte, um Criador misericordioso ainda lhe poupou a vida, e concedeu-lhe oportunidade para o arrependimento. Mas Caim viveu apenas para endurecer o coração, para alentar a rebelião contra a autoridade divina, e tornar-se o chefe de uma linhagem de pecadores ousados e perdidos. Esse único apóstata, dirigido por Satanás, tornou-se o tentador para outros; e seu exemplo e influência exerceram uma força desmoralizadora, até que a Terra se corrompeu e se encheu de violência a ponto de reclamar a sua destruição (Gênesis 6:12-13 cf Isaías 24:4-6).
Poupando a vida do primeiro homicida, Deus apresentou diante de todo o Universo uma lição que dizia respeito ao grande conflito. A tenebrosa história de Caim e seus descendentes foi uma ilustração do que teria sido o resultado de permitir ao pecador viver para sempre, para prosseguir com sua rebelião contra Deus (cf Gênesis 6:3;Romanos 8:7). A paciência de Deus apenas tornou o ímpio mais ousado e desafiador em sua iniquidade. Quinze séculos depois de pronunciada a sentença sobre Caim, o Universo testemunhou os frutos de sua influência e exemplo, no crime e corrupção que inundaram a Terra. Tornou-se manifesto que a sentença de morte pronunciada contra a raça decaída, pela transgressão da lei de Deus, era não somente justa mas misericordiosa. Quanto mais vivessem os homens em pecado, mais perdidos se tornariam. A sentença divina, abreviando uma carreira de desenfreada iniquidade, e livrando o mundo da influência dos que se tornaram endurecidos na rebeldia, era uma bênção e não maldição.
Satanás está constantemente em atividade, com intensa energia e sob mil disfarces para representar falsamente o caráter e governo de Deus. Com planos extensos e bem organizados, e com poder maravilhoso está ele a agir para conservar sob seus enganos os habitantes do mundo (II Coríntios 11:14). Deus, o Ser infinito e todo sabedoria, vê o fim desde o princípio, e, ao tratar com o mal, Seus planos foram de grande alcance e compreensivos. Foi o Seu intuito não somente abater a rebelião, mas demonstrar a todo o Universo a natureza da mesma. O plano de Deus estava a desdobrar-se, mostrando tanto Sua justiça como Sua misericórdia, e amplamente reivindicando Sua sabedoria e justiça em Seu trato com o mal.
Os santos habitantes de outros mundos estavam a observar com o mais profundo interesse os acontecimentos que se desenrolavam na Terra. Na condição do mundo que existira antes do dilúvio, viram o exemplo dos resultados da administração que Lúcifer se esforçara por estabelecer no Céu, rejeitando a autoridade de Cristo, e pondo à parte a lei de Deus. Naqueles arrogantes pecadores do mundo antediluviano, viram os súditos sobre os quais Satanás exercia domínio. Os pensamentos do coração dos homens eram somente e continuamente maus (Gênesis 6:5 cf Romanos 8:5-8). Cada emoção, cada impulso e imaginação estava em conflito com os divinos princípios de pureza, paz e amor. Isto foi um exemplo da terrível depravação resultante da astúcia de Satanás, de remover das criaturas de Deus a restrição de Sua santa lei.
Pelos fatos manifestos no andamento do grande conflito, Deus demonstrará os princípios de Suas regras de governo, que foram falsificadas por Satanás e por todos os que ele enganou. Sua justiça será finalmente reconhecida pelo mundo inteiro, embora este reconhecimento haja de se fazer demasiado tarde para salvar os rebeldes. Ver-se-á que todos os que abandonaram os preceitos divinos colocaram-se ao lado de Satanás, em luta contra Cristo. Quando o príncipe deste mundo for julgado, e todos os que com ele se uniram participarem de sua sorte, o Universo inteiro, como testemunha da sentença, declarará: “Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei dos santos” (Apocalipse 15:2-3).

Texto proveniente de: WHITE, E. G. Patriarcas e Profetas, sec. I, cap. V, p. 71-79.
a. Apocalipse 12:17 cf I João 3:4; Romanos 4:15; Romanos 7:7.

"A MARCA DO MAL"


Tanto a besta quanto a sua imagem(a) compartilham um dogma que: as mantêm fortemente unidas; submete os homens aos seus enganos e, se opõe ao selo de Deus – o sábado do quarto mandamento(b). Dentre os diversos erros disseminados por elas, somente o ensino da observância dominical conserva estas peculiaridades reunidas, tornando-a a marca ou a principal distinção das organizações que retêm este falso “dia do Senhor”(c). Esse ponto doutrinário demonstra a tentativa prepotente de usurpar a autoridade de Deus e de desviar a verdadeira adoração destinada a Ele.
A Bíblia em toda a sua extensão ensina que unicamente o sétimo dia da semana foi santificado e abençoado por Deus; e destina-se a atender exclusivamente aos Seus propósitos. Porém, o homem em busca de satisfazer seus interesses particulares confronta constantemente as orientações do seu Criador (Romanos 8:5-9). Deus nunca modificou qualquer mandamento do Decálogo e muito menos concedeu autoridade para que alguém assim procedesse. Apesar disso, a “besta e a sua imagem” proclamam com soberba que o domingo substituiu o sábado na lei de Deus, e conclamam que esta heresia seja obedecida.
A terceira mensagem angélica adverte quanto a aceitação deste falso dia de descanso dizendo: “Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro.” (Apocalipse 14:9-10).
A “marca” ou “sinal” da besta não é um chip, um código de barra, um símbolo místico ou o número 666 fixado no corpo. Estas fantasiosas especulações não são sustentadas pela Bíblia. Receber a “marca da besta” (a marca do sistema religioso apostatado) indica que a pessoa através de suas próprias convicções(de forma consciente – “na fronte”), ou, motivada pela conveniência de sua vida (de suas ações – “sobre a mão”) reconhece que a “besta e sua imagem” possuem autoridade em substituir o sétimo dia da semana descrito no quarto mandamento, pelo primeiro dia. Aceitar essa mudança é consequentemente render à elas obediência e adoração. Ressaltando que, ninguém receberá essa marca sem antes conhecer plenamente as verdades sobre estas questões; mas aquele que, embora ciente deste assunto, resolve seguir o falso dia de descanso.
“Quando essa questão for claramente colocada diante do mundo, aqueles que rejeitam o memorial divino da Criação – o sábado bíblico – escolhendo adorar e honrar o domingo – mesmo depois de ter pleno e cabal conhecimento de que este não é o dia apontado por Deus para a adoração – receberão a ‘marca da besta’. Esta é a marca da rebelião; a besta afirma(d) que o fato de ela haver alterado o dia de adoração é uma prova de sua autoridade em modificar a lei de Deus.”1
Este conflito terá seu auge quando as igrejas protestantes que defendem a guarda dominical, lideradas pela Igreja de Roma (ICAR), exigirem que o Estado utilize seu poder para fazer valer de forma obrigatória a observância do domingo mediante lei civil, com punição aos infratores (Apocalipse 13:11-18). Assim como já ocorrera no passado(e).
Nunca houve uma terceira opção e não haverá nos eventos finais deste mundo. “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-o.” (I Reis 18:21). Assim como o remanescente fiel consolida sua lealdade a Deus e recebe o Seu selo (Apocalipse 7:2-3), em contraposição existem os que firmam-se na “besta e na sua imagem” e recebem o seu respectivo selo. O foco desta questão é a fidelidade para com a vontade de Deus expressa claramente em Sua lei (Êxodo 20:3-17 cfMateus 19:16-19Lucas 16:17), sobretudo no quarto mandamento, o centro do conflito final (Apocalipse 14:7cf Êxodo 20:11Apocalipse 14:12). No momento em que Lúcifer se tornou Satanás, este idealizou obter para si mesmo obediência e adoração das criaturas de Deus, e nos últimos momentos que lhe resta fará isto com todo empenho auxiliado por seus agentes.2

a. A expressão “imagem da besta” refere-se ao sistema religioso que atuará segundo os mesmos princípios da “besta” descrita em Apocalipse 13:1-8. E, assim como esta utilizava o poder político do(s) Estado(s) para impor suas doutrinas, igualmente ocorrerá com a sua “imagem”. Acesse: Babilônia Denuncia II
b. Acesse: O Selo de Deus
1Nisto Cremos. (2003). 7.ª ed., São Paulo: CPB, cap. 12, p. 231.
2. Efésios 6:11-12; I João 2:1-4 cf João 8:44; II Tessalonicenses 2:3-4 cf Isaías 14:13-14, Ezequiel 28:12-18, Apocalipse 12:17. Acesse: A Lei de Deus – Adulterada

"A IMAGEM DO MAL"


Após seu banimento do Céu, Satanás iniciou sua jornada em busca de novos adeptos para o seu governo e, infelizmente, encontrou na Terra receptividade para os seus enganos. Seu intuito a partir de então foi, além de usurpar o domínio deste mundo, anular a influência de Deus no homem e estabelecer a sua personalidade orgulhosa e ambiciosa.
Através da própria humanidade, Satanás tem: disseminado o desprezo a Deus e a tudo que esteja relacionado a Ele (II Tessalonicenses 2:3-4); deturpado continuamente os ensinos das Sagradas Escrituras (cf II Pedro 3:14-16) e, perseguido os que não se envolvem em seus artifícios (Apocalipse 12:17). Esses motivos conduzem a terceira mensagem angélica a advertir fortemente todo aquele que se submete as orientações desse anjo maligno:
“Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos (…)” (Apocalipse 14:9-12)
A mensagem do primeiro anjo proclama o evangelho eterno e convida à restauração da verdadeira adoração a Deus como Criador(a); o segundo anjo adverte contra todas as formas de adoração originadas em mecanismos humanos(b) e, finalmente, o terceiro anjo proclama o mais solene aviso divino contra a adoração da “besta e de sua imagem”; que em última análise, envolve todo aquele que rejeita o evangelho da justificação pela fé.
REFLEXO DO MAL:
A besta descrita em Apocalipse 13:1-8 representa a Igreja de Roma que se uniu com o Estado, e dominaram o mundo cristão durante vários séculos(c); ela foi descrita por Paulo como o “homem da iniquidade” (II Tessalonicenses 2:3-10), e por Daniel como o “chifre pequeno” (Daniel 7:8Daniel 7:19-25Daniel 8:9-12). A imagem da besta representa a forma de religião apóstata que se desenvolverá quando as igrejas protestantes, tendo perdido o verdadeiro princípio da Reforma, também se unirão(d) com o Estado a fim de impor às pessoas os seus falsos ensinos herdados da Igreja Romana (Apocalipse 13:11-15). Essa união será a perfeita “imagem da besta”, ou seja, será semelhante ao domínio mantido no passado pela Igreja Católica Apostólica Romana.
A mensagem do terceiro anjo proclama a mais solene e assustadora advertência da Bíblia. Revela que aqueles que se submeterem à autoridade humana durante a crise final da Terra estarão adorando a “besta e a sua imagem” em vez de estar adorando a Deus. Durante esse conflito final duas classes distintas se desenvolverão. Uma classe advogará o evangelho das maquinações humanas e adorará a “besta e a sua imagem”, trazendo essas pessoas sobre si próprias as mais terríveis consequências. A outra classe, em acentuado contraste, viverá de acordo com o verdadeiro evangelho e guardará “os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12).
“Aqui está a perseverança dos santos”. Satanás fará o possível para obrigar os remanescentes a unirem-se ao movimento apostatado e para isso “ele fará uso de todas as formas de engano da injustiça” (II Tessalonicenses 2:10 cf Mateus 24:23-24); não prevalecendo seus artifícios, ameaçará com isolamento e morte (Apocalipse 13:15). Entretanto, manterão a integridade até o fim aqueles que alicerçaram a vida em Jesus. Nessa hora tenebrosa os filhos de Deus se sustentarão fortemente na Bíblia e não renderão homenagem a ninguém, exceto a Cristo.
A fé em Jesus e a obediência aos mandamentos de Deus1 representam dois aspectos importantes na vida cristã. Estes mandamentos são reflexos do caráter de Deus, pois expõem a norma de Sua justiça; e o Senhor deseja que cada pessoa a desenvolva. No entanto, elas são impedidas por causa da condição pecaminosa que as dominam, pois “a mentalidade da carne é inimiga de Deus porque não se submete à lei de Deus, nem pode fazê-lo.” (Romanos 8:7). Apesar de seus melhores esforços o homem continuamente está destituído da glória de Deus (Romanos 3:23), porém, Jesus veio para capacitar e restaurá-lo à Sua imagem. Veio para mostrar como é o Pai, ampliando neste sentido o significado de Sua lei.2 O homem pode guardar os requisitos divinos unicamente por meio do poder de Cristo e refletir assim a imagem divina (Romanos 8:3-4). A igreja remanescente honra os mandamentos de Deus e os observa, não por legalismo, mas por revelação do caráter e vontade de Deus; por causa da direção que eles conduzem o verdadeiro coração regenerado.3
A questão final envolverá a falsa e verdadeira adoração, o verdadeiro e o falso evangelho. A terceira mensagem angélica dirige a atenção do mundo para as consequências de se recusar a aceitação do eterno evangelho e das mensagens divinas que convidam à restauração da verdadeira adoração. Ela descreve vividamente os resultados finais das decisões das pessoas no tocante à adoração. A decisão por certo não é fácil, pois qualquer que seja ela, envolverá sofrimento. Aqueles que optam por adorar a Deus sofrerão a ira do dragão (Apocalipse 12:17) e, num determinado momento chegarão a ser ameaçados de morte (Apocalipse 13:15), ao passo que aqueles que escolhem adorar a “besta e sua imagem” lhes recairão as sete últimas pragas e finalmente enfrentarão o “lago de fogo” (Apocalipse capítulos 15 e 16Apocalipse 20:14-15).
Contudo, ainda que ambas as decisões impliquem sofrimento os resultados finais são diferentes. Os adoradores do Criador escaparão da ira mortal do dragão e estarão em pé com o Cordeiro no Monte Sião (Apocalipse 7:2-4Apocalipse 14:1 cf Joel 2:32). Os adoradores da besta e de sua imagem por sua vez recebem a plenitude da ira de Deus e morrem na presença dos santos anjos e do Cordeiro (Apocalipse 14:9-10Apocalipse 20:11-15).
Toda e qualquer pessoa terá de decidir a quem adorará. Se alguém escolher a justificação pela fé, isto será demonstrado em sua participação no culto que Deus aprova; se alguém escolher a justificação pelas obras, isto será demonstrado por sua participação numa forma de culto que Deus proibiu, mas que a besta e sua imagem ordenam – uma adoração produzida à imagem do homem (cf II Tessalonicenses 2:3-4Gênesis 4:3-7). Deus não pode aceitar esta última forma de adoração porque ela oferece prioridade aos mandamentos dos homens e não aos mandamentos de Deus (Marcos 7:7-9)(e). Ela procura a justificação através das obras dos homens e não pela fé que decorre da completa submissão ao Deus Criador, Redentor e Recriador.4 A terceira mensagem angélica é, em sua essência, uma mensagem de justificação pela fé.
“Os terríveis juízos pronunciados contra o culto à besta e sua imagem (Apocalipse 14:9-11) deveriam levar todos a diligente estudo das profecias para aprenderem o que é o sinal da besta, e como devem evitar recebê-lo. As massas populares porém, cerram os ouvidos à verdade, volvendo às fábulas. Olhando para os últimos dias, declarou o apóstolo Paulo que: ‘não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus própriosdesejos.’ (II Timóteo 4:3). Chegamos, já, a esse tempo. As multidões rejeitam a verdade das Escrituras, por ser ela contrária aos desejos do coração pecaminoso e amante do mundo; e Satanás lhes proporciona os enganos que amam.”5
Deus tem Seus filhos em todas as igrejas, mas é através da igreja remanescente que Ele proclama a mensagem que deverá restaurar a verdadeira adoração; mediante o chamamento de Seu povo para fora dos círculos da apostasia, os prepara para o retorno de Cristo. Reconhecendo que muitos dentre o povo de Deus ainda deverão unir-se ao povo remanescente, este tem clara percepção de suas imperfeições e fraquezas quando tentam executar sua solene missão. Percebem que é unicamente através da graça de Deus que lhes será possível cumprir sua monumental tarefa. À luz do breve retorno de Cristo e da necessidade de preparo para encontrá-Lo, o compassivo e urgente chamado de Deus é encaminhado: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos; porque os seus pecados se acumularam até ao Céu, e Deus Se lembrou dos atos iníquos que ela praticou.” (Apocalipse 18:4-5).

Texto baseado em: Nisto Cremos. (2003). 7.ª ed., São Paulo: CPB, cap. 12, p. 230-233.
a. Acesse: A Primeira Mensagem
b. Acesse: A Segunda Mensagem
c. Acesse: Babilônia DenunciadaPrincípio do Dia Profético (em: “Um Tempo, Dois Tempos e Metade de Um Tempo”).
1. Hebreus 11:6; Tiago capítulo 2; Êxodo 20:3-17 cf Mateus 19:16-19, Tiago 2:8-13, Lucas 16:17.
2. Isaías 42:20-21 cf Mateus 5:17-19; João 14:21 cf João 10:30.
3. Ezequiel 11:19-20; Hebreus 8:10-12; Hebreus 10-16-17 cf Jeremias 31:31-34; Ezequiel 22:26; Provérbios 7:2.
4. Jó 4:17; Jó 36:3; Salmos 124:8; Isaías 44:6; Isaías 48:17; Isaías 65:17; Isaías 66:22-23; Apocalipse 21:5.
5. WHITE, E. G. Grande ConflitoO; sec. IV, cap. 37, p. 594.